quarta-feira, agosto 10th, 2011
Um dos melhores filmes exibidos nesse ano no 39° Festival de Cinema de Gramado vem do Peru: “Las Malas Intenciones”, de Rosario Garcia-Montero. O cinema peruano pouco marca presença no Brasil, mas quando chega até nós vem com uma força bem impactante (mais…)
Posted in 39° Festival de Gramado, Cinéfilo, Colunas, Críticas, Película | No Comments »
terça-feira, dezembro 8th, 2009
Existem filmes que são sucessos. Outros que são elogiados. Existem os que viram manias, os que conquistam determinados públicos e os que são objetos de culto. Mas existem aqueles que são verdadeiros fenômenos. E “Atividade Paranormal” é um deles (mais…)
Posted in Cinéfilo, Colunas, Críticas, Película | 2 Comments »
quinta-feira, outubro 22nd, 2009
Quando um filme hollywoodiano entra em cartaz no Brasil antes do que nos Estados Unidos – que é, afinal, seu país de origem – dificilmente trata-se de um bom sinal. E com “Novidades no Amor” a situação não é diferente (mais…)
Posted in Cinéfilo, Colunas, Críticas, Película | 1 Comment »
quinta-feira, junho 25th, 2009
Nem sempre o ditado tem razão, e às vezes um é bom, mas dois já é demais! E não há exemplo melhor para isso do que “Transformers 2 – A Vingança dos Derrotados”, uma bobagem sem pé nem cabeça que desperdiça todas as boas ideias do longa original numa repetição nula e sem sentido (mais…)
Posted in Críticas, Película | 4 Comments »
sexta-feira, junho 19th, 2009
Talvez, por alguns instantes, até surja uma dúvida, mas não se engane: você já viu este filme antes. E inúmeras vezes. E em versões muito superiores. “Minhas Adoráveis Ex-Namoradas” é uma bobagem do início ao fim, que não compensa nem pela presença dos astros Matthew McConaughey e Jennifer Garner (mais…)
Posted in Críticas, Película | No Comments »
domingo, fevereiro 8th, 2009
O ano de 2008 foi excelente para a sétima arte. Os próprios indicados ao Oscar já apontavam para este fato. Mas como a seleção que vimos no início do ano passado eram produções de 2007 e os que concorrem desta vez ainda não estrearam por aqui, tive que restringir minha lista a outros títulos, talvez não tão premiados, mas certamente merecedores de muitos aplausos. São produções do Brasil, França, Turquia, Japão, e, claro, Estados Unidos, que vão desde animações à musicais, de aventuras de super-heróis à comédias de humor negro. Ou seja, tem um pouco de tudo.
Preferi deixar de fora desta minha seleção escolhas um tanto que óbvias, porém que não dizem muito respeito à temporada 08. Estão entre estes títulos fantásticos, como “Sangue Negro”, “Desejo e Reparação”, “O Escafandro e a Borboleta”, “Antes que o Diabo Saiba que Você está Morto”, “Longe Dela”, “A Família Savage”, “O Gângster” e “Senhores do Crime”, todos concorrentes à última festa do Oscar. Com exceção dos dois primeiros, vencedores em poucas categorias, todos os demais não foram vitoriosos – o que não diminui em nada seus méritos. Merecem ser descobertos! Assim como o meu seleto Top Ten abaixo:
10. “A Culpa é do Fidel!” (La Faute à Fidel!, França/Itália)
Um comovente drama político que tem como ponto de vista a curiosidade e a incompreensão infantil. Apesar de se passar na França, tem como cenário de fundo os movimentos revolucionários na América do Sul, em especial no Chile. Bonito, envolvente e muito bem filmado, representa também uma nova geração apta a grandes trabalhos: Julie Gavras, a diretora, é filha de Costa-Gavras, polêmico cineasta grego diretor de filmes como “Z” e “Amén”, enquanto que a protagonista, Julie Depardieu, é filha do ator francês Gerard Depardieu.
09. “Chega de Saudade” (Brasil)
Este drama contemporâneo nacional com toques de musical é simplesmente apaixonante. Laís Bodansky, a diretora, mostra de vez que “Bicho de Sete Cabeças” não foi um caso à parte em sua filmografia, entregando agora uma obra tão boa quanto, senão superior. E isso sem falar do elenco, que de Betty Faria à Cássia Kiss, de Tônia Carrero à Maria Flor, de Stepan Nercessian a Leonardo Villar está, no mínimo, “perfeito”.
08. “Ensaio Sobre a Cegueira” (Blindness, Canadá/Brasil/Japão)
Fernando Meirelles, depois de “Cidade de Deus” e “O Jardineiro Fiel”, resolveu partir para um desafio ainda maior: adaptar o livro do escritor português premiado com o Nobel, José Saramago. Filmado em Toronto, São Paulo e Montevidéu, com elenco multinacional e financiado até por japoneses, tem esse ar cosmopolita que deixou muita gente confusa. Mas o que dizer quando o próprio Saramago, após assistir ao longa, às lágrimas, disse: “estou tão emocionado agora como estive quando terminei de escrever o livro”?
07. “Trovão Tropical” (Tropic Thunder, EUA)
Ben Stiller tem seu lugar garantido como ator e, principalmente, comediante. Mas ele ainda precisava mostrar algo como cineasta. Afinal, nem “O Pentelho” ou “Zoolander”, apesar de ótimos, deixavam de ter seus momentos irregulares. Mas com “Trovão Tropical” não restam mais dúvidas: o cara é um gênio. Debochando de Hollywood, dos reality shows e dos filmes de guerra, ainda conseguiu colocar astros como Tom Cruise e Matthew MacConaughey em papéis minúsculos e ridículos. E quem tem coragem de dizer que Robert Downey Jr. não merece o Oscar? Irresistível!
06. “Mamma Mia!” (EUA/Inglaterra/Alemanha)
Podem dizer o que quiser: que a peça teatral era muito melhor, que a diretora não sabe dominar os elementos cinematográficos, que as músicas são batidas, que é tudo um grande videoclipe. Mas, no final, como não sair cantando e com vontade de dançar após uma sessão de “Mamma Mia!”? Meryl Streep está fabulosa (e ela vem aí em “Dúvida”), o elenco todo está muito bem ajustado (sim, até Pierce Brosnan…), o cenário das Ilhas Gregas é um total deslumbre e as canções estão perfeitas, mesmo diante de um enredo aparentemente tolo, porém muito bem amarrado. O filme “evento” do ano!
05. “Queime Depois de Ler” (Burn After Reading, EUA/Inglaterra/França)
A melhor comédia do ano. O melhor elenco jamais reunido com uma simples missão: ser, cada um, o mais idiota possível! Como não amar? Brad Pitt e Frances McDormand estão soberbos, e George Clooney, John Malkovich e Tilda Swinton não ficam muito atrás. Repleto de frases emblemáticas, tiradas muito espirituosas e um contexto absurdamente envolvente (trilha sonora, fotografia), o roteiro original criado pelos irmãos Coen logo após conquistarem o Oscar por “Onde os Fracos não têm Vez” é uma verdadeira pérola. De rir do início ao fim! Não é mesmo, Osbourne Cox?
04. “Do Outro Lado” (Auf der Anderen Seite, Alemanha/Turquia/Itália)
Depois de conquistar o mundo com o poderoso “Contra a Parede”, o cineasta alemão de origem turca Fatih Akin entrega um longa ainda mais completo e envolvente. “Do Outro Lado” ilustra bem a falsa idéia de que “a felicidade está sempre em outro lugar, e nunca onde estamos”, um mal que atinge muita gente. A história começa em Berlim, mas logo passa para Istambul, para depois voltar à capital alemã para, quando menos esperamos, retornar à Turquia. E indo de um lado ao outro mostra um cenário de diferenças, paixões, arrependimentos e perdões. Maravilhoso!
03. “Era Uma Vez” (Brasil)
Breno Silveira, depois de conquistar o país inteiro com “Dois Filhos de Francisco”, levou o drama romântico de ‘Romeu e Julieta’ para a beira da praia de Copacabana, em pleno Rio de Janeiro. E o resultado é o filme mais apaixonante, triste e comovente do ano. Impossível não se envolver com a história do garoto do morro que se encanta com a menina rica do asfalto e das dificuldades que os dois terão que enfrentar para ficarem juntos. Mesmo que o final trágico seja anunciado com mais força do que se poderia esperar – ou, mesmo, evitar. Cinema brasileiro de alta qualidade, que consegue se comunicar com o público apostando na melhor das técnicas: honestidade dos sentimentos.
02. “Batman – O Cavaleiro das Trevas” (The Dark Knight, EUA)
E quem disse que filme de super-herói baseado em histórias em quadrinhos não pode ser um verdadeiro clássico? Produção de maior bilheteria do ano e um dos maiores sucessos de público de todos os tempos, ainda levou 8 indicações ao Oscar e promete fazer História! Como muito já se disse, é um impressionante thriller de ação e suspense, com a fundamental diferença de ter como protagonista um homem fantasiado de capa e máscara e como vilão um demente transtornado e completamente imprevisível. Chris Nolan elevou o gênero a uma categoria acima do que se vinha tratando até então, mostrando com sabedoria, respeito ao tema e muito cuidado como criar um trabalho inesquecível.
01. “Wall-E” (EUA)
E quem disse que ‘animação’ é um gênero inferior de se fazer cinema? Depois de anos conquistando público e crítica com obras nada menos do que geniais, a Pixar levou aos cinemas em 2008 sua obra prima: “Wall-E”! O conto do robozinho limpa-lixo que termina por salvar o planeta Terra do descaso total merece todos os aplausos possíveis, e o diretor Andrew Stanton (“Procurando Nemo”) usa todo o potencial a sua disposição para criar uma trama absurdamente cativante, que brinda a inteligência do espectador com muito respeito e emoção. Um clássico instantâneo, que nasce já como referência para gerações futuras e oferecendo um novo significado à expressão “arte cinematográfica”.
Como disse no início deste texto, 2008 foi um ano impressionante. E, aqueles que não foram muito atentos durante os 12 meses que se passaram, devem ir atrás não só destes títulos, mas também de outros trabalhos merecedores de atenção. São obras impressionantes, como o mexicano “Zona do Crime”, o brasileiro “Linha de Passe”, de Walter Salles e Daniela Thomas, as duas performances de Penélope Cruz em “Vicky Cristina Barcelona” e “Fatal”, o arrebatador e chocante “O Nevoeiro”, baseado num conto de Stephen King, e até mesmo a nova aventura de “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”, de Steven Spielberg, que recriou com maestria o clima das matinês do início dos anos 80. Grandes e boas opções, que mostram que a diversidade foi o tom mais marcante de um ano repleto de boas surpresas!
Posted in Cinéfilo, Colunas, Película, Top + | 1 Comment »
quinta-feira, outubro 30th, 2008
“Missão Babilônia” talvez represente o ponto mais baixo de toda a carreira do neo-astro Vin Diesel. E, certamente, é o pior trabalho já feito pelo realizador francês Mathieu Kassovitz. É algo tão ruim, clichê e repetitivo que merece o total esquecimento, e o mais rápido possível. Felizmente, parece que esta foi mesmo a maior conquista desta produção, uma experiência que todos desejam superar, desde os diretamente envolvidos até os espectadores mais desavisados e azarados.
A referência mais direta é o excelente longa dirigido pelo cineasta mexicano Alfonso Cuarón, “Filhos da Esperança”. Só que é o Lado B da mesma história, a versão que ninguém nunca quis ver, mas que mesmo assim chegou às telas. Diesel é um mercenário veterando da guerra contratado para levar uma garota e uma freira do interior da Rússia até Nova York, num futuro pós-apocalíptico e muito pouco amigável. A menina, como não poderia deixar de ser, é considerada uma nova Messias, e é objeto de disputa de uma nova e poderosa Religião, ao mesmo tempo em que está no centro de uma discussão científica. E, atirando para todos os lados, temos uma salada de referências pops que, na imensa maioria das vezes, pouco têm a ver umas com as outras, gerando algo tão indigesto quanto enfadonho.
O mais triste de “Missão Babilônia” é constatar talentos tão interessantes envolvidos em algo tão dispensável quanto equivocado. Kassovitz, quando filmava na França, entregava aos seus fãs obras relevantes como “O Ódio” (1995) e “Rios Vermelhos” (2000). Nos Estados Unidos ele parece ter perdido o rumo, e entre discretas aparições como ator em longas como “A Isca Perfeita” (2001), com Nicole Kidman, e “Munique” (2005), de Steven Spielberg, ele vem dirigindo bombas como “Na Companhia do Medo” (2003) e este novo trabalho. Por outro lado é constrangedor ver atores como Michelle Yeoh (“O Tigre
e o Dragão”), Gérard Depardieu (“Piaf”), Lambert Wilson (“Medos Privados em Lugares Públicos”) e a ótima Charlotte Rampling (“Swimming Pool”) envolvidos em algo tão desnecessário. Já Vin Diesel está garantindo seu ganha-pão, entregando mais do mesmo. Mas nem em bobagens como “Operação Babá” (2005) ou exageros descerebrados como as séries “Velozes e Furiosos” (2001), “xXx” (2002) ou “Riddick” (2000 / 2004) ele esteve tão vergonhoso. É de chorar!
Retumbante fracasso de público e de crítica, “Missão Babilônia” foi concebido para ser o início de uma nova franquia cinematográfica, mas naufragou antes mesmo de chegar ao seu destino. Desprezado pela imprensa norte-americana, amargou algumas das piores avaliações do ano, tendo sido apontado pela violência gratuita, pelas fracas cenas de ação ou simplesmente como um verdadeiro desastre. Já nas bilheterias consistiu em outro vexame, somando em todo o mundo pouco menos do que o seu orçamento total, que foi de aproximadamente US$ 70 milhões – no mercado norte-americano foram apenas US$ 22 milhões arrecadados. Em muitos casos um resultado como esse poderia resultar no fim da carreira dos envolvidos. Talvez Kassovitz entenda o recado e volte logo para a França e retome a inspiração antiga. Já no caso de Diesel, a torcida é que ele desista de uma vez por todas. Afinal, não nos custa nada sonhar com o impossível!
Babylon A.D., EUA/França, 2008
De Mathieu Kassovitz
Com Vin Diesel, Mélanie Thierry, Michelle Yeoh, Lambert Wilson, Charlotte Rampling, Gérard Depardieu
(nota 3)
Posted in Críticas, Película | 1 Comment »
segunda-feira, julho 28th, 2008
Numa rápida procura no IMDb é possível encontrar mais de 10 filmes com o título “Viagem ao Centro da Terra”, todos baseados na obra literária de Julio Verne. Então, por que assistir – e, principalmente, por que fazer – mais um? A resposta, em tempos de pirataria descontrolada, não poderia ser mais atual: efeitos especiais. E, neste caso, eles atendem por uma reformulação no antigo conceito da Terceira Dimensão. Pena, apenas, que das mais de 2.000 salas de cinema brasileiras apenas 6 delas, ou cerca de 0,2%, possuam tecnologia para exibir este novo longa na condição que ele merece. E em todas as demais, em que a exibição será em 2D, o conselho só pode ser um: mantenha-se longe!
Dirigido pelo estreante Eric Brevig, indicado ao Oscar pelos efeitos visuais de “Hook – A Volta do Capitão Gancho” (1991), de Steven Spielberg, e “Pearl Harbor” (2001), de Michael Bay, mas completamente inexperiente no comando completo de uma obra, “Viagem ao Centro da Terra – O Filme” revela-se um desastre do início ao fim, com exceção dos momentos de grande deslumbramento visual. Sim, há bastante ação, nossa adrenalina dá saltos em várias situações e em algumas destas chegamos a ficar roendo as unhas. Porém elas não estão presentes por todo o desenrolar da trama – que, felizmente, dura apenas 92 minutos – e todo o falatório e explicações desnecessárias que a complementam são de tirar a paciência de qualquer um.
Sabiamente, entretanto, os roteiristas Mark Levin, Jennifer Flackett (a mesma dupla de “A Ilha da Imaginação”) e Michael Weiss (cujo maior crédito é o desastroso “Efeito Borboleta 2″) resolveram não fazer uma adaptação literal do clássico de Júlio Verne, e sim uma modernização. Os personagens conhecem o livro, e resolvem refazer os passos ali descritos por acreditarem que há um fundo de verdade naquela obra de ficção. Assim, seguem para a Islândia, e qual será a surpresa dos três (tio e sobrinho, mais a guia) quando descobrem que o relato literário pode ser absolutamente verídico. Após uma avalanche, despencam num túnel dentro de uma montanha, e terminam por se deparar com um mundo pré-histórico subterrâneo, com direito a dinossauros e temperaturas elevadíssimas. A única missão deles, agora, será encontrar um modo de sair dali com vida.
Brendan Fraser foi um cara que, simplesmente, “não aconteceu”. Ele já teve milhares de oportunidades, tanto de virar um ator sério (“Deuses e Monstros”, em 1998, “O Americano Tranquilo”, em 2002, ou “Crash – No Limite”, em 2004) ou de se firmar como herói de grandes bilheterias (“George das Florestas”, de 1997, ou a trilogia “A Múmia”, de 1999, 2001 e 2008). Mas o cara parece, após cada sucesso de público ou de crítica, retornar ao estágio inicial. Ele não é dos mais populares, nem talentosos. E o olhar de pateta dele não é de provocar muito entusiasmo, de qualquer maneira. Além de protagonista, ele também é produtor de “Viagem ao Centro da Terra”, o que talvez explique as muitas opções erradas presentes.
Ausente de humor, sem a menor química entre o casal (Anita Briem quem?) e completamente desprovido de ritmo, acaba caindo toda a responsabilidade sobre os efeitos (realmente impressionantes, mas quem terá condições de aproveitá-los em sua totalidade?) e no garoto Josh Hutcherson, que mostra mais uma vez ser capaz de vôos cada vez mais altos, como os anteriores “Zathura” (2005) e “Ponte para Terabíthia” (2007) já indicavam. “Viagem ao Centro da Terra” é uma bobagem completamente descartável, sem sintonia nenhuma com nossa época, quando fantasias realistas como “Batman – O Cavaleiro das Trevas” e “Hancock” é que conseguem melhor se comunicar com o público. E parecendo ter duas décadas de atraso, no mínimo, o fracasso parece ser inevitável. Cinema em 3D? Talvez num futuro próximo, mas se pegarmos este filme como exemplo, definitivamente, esta realidade ainda não chegou!
Journey to the Center to the Earth, EUA, 2008
De Eric Brevig
Com Brendan Fraser, Josh Hutcherson, Anita Briem
(nota 4)
Posted in Críticas, Película | 1 Comment »
terça-feira, julho 17th, 2007
Antes de mais nada, é bom deixar algo bastante claro: eu odeio Michael Bay! Este é, para mim, um dos piores diretores da Hollywood atual, que representa com exatidão tudo o que há de desnecessário por lá: exageros visuais, enredos vazios e histórias tolas e previsíveis. Por isso, quando soube que ele dirigiria a versão para a tela grande do popular brinquedo dos anos 80, “Transformers”, minhas expectativas foram lá embaixo (mais…)
Posted in Críticas, Película | 1 Comment »