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	<description>Cinema e cultura pop com opinião!</description>
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		<title>A Cultura no RS e a atual situação do Cinema Gaúcho</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 15:12:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CineRonda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta semana foi divulgada a lista dos filmes de curta-metragem selecionados para o próximo Festival de cinema de Gramado, incluindo 12 títulos na Mostra Gaúcha. Fora a comemoração dos selecionados, a classe dos realizadores de cinema do nosso Estado não têm muitos motivos para celebração. Depois de passar a década de 90 como o terceiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Esta semana foi divulgada a lista dos filmes de curta-metragem selecionados para o próximo Festival de cinema de Gramado, incluindo 12 títulos na Mostra Gaúcha. Fora a comemoração dos selecionados, a classe dos realizadores de cinema do nosso Estado não têm muitos motivos para celebração.</div>
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<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Depois de passar a década de 90 como o terceiro estado pólo produtor de audiovisual do país, o RS vem perdendo posições no ranking da produção nacional, por uma evidente falta de política pública para o setor. Da lista destes 12 filmes da Mostra Gaúcha, é possível fazer um breve panorama da produção recente do nosso Estado e verificar a enorme dificuldade para financiamento das obras com incentivos locais. Muitos filmes são de produção independente, isto é, sem mecanismos públicos de incentivo, outros tantos são patrocinados por verbas federais (MinC ou Petrobrás), um filme é do Edital Fundoprocultura da Prefeitura de Caxias do Sul, e um único curta é financiado pelo Fumproarte, da Prefeitura de Porto Alegre.</div>
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<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Filmes do Prêmio IECINE da SEDAC-RS, nem rastro. Filmes feitos com recursos da Lei de Incentivo à Cultura também são inexistentes, os realizadores atualmente desanimam ao saber da farta burocracia que precede a inscrição de um projeto pela LIC-RS.</div>
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<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O 11º. Prêmio IECINE foi o único lançado pela atual gestão estadual, com edital aberto em abril de 2008, e o anúncio dos 05 vencedores no dia 20 de fevereiro de 2009. Em março deste mesmo ano foi assinado o contrato com os selecionados e a então Secretária da Cultura do Estado, Mônica Leal. Ela deixou o cargo em março de 2010 para concorrer a uma vaga no Legislativo, e deixou seu sucessor para pagar a conta, ainda em débito quase um ano e meio após a assinatura do contrato.</div>
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<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O Fumproarte, da Prefeitura de Porto Alegre, que há 16 anos fomenta não só o audiovisual como também todas as outras áreas da cultura como música, teatro e artes plásticas, pela primeira vez na história corre o risco real de lançar somente um único edital em 2010. A informação não é oficial, mas o calendário do edital do primeiro semestre de 2010 está tão atrasado que inviabiliza a realização de nova chamada pública.</div>
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<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A situação de descaso e calamidade não se restringe somente aos curtas. No tempo das “vacas gordas”, tivemos três edições do Prêmio RGE do Governo do Estado do RS, que entre os anos de 1998 e 2005 financiou a realização de 09 longas-metragens com o total de verba de R$ 11.700.000,00 (onze milhões e setecentos mil reais). Já estamos há 05 anos sem este patrocínio, que não tem previsão de retomada. E nenhum outro incentivo similar na área foi implantado neste período. Os financiamentos dos trabalhos recentes se dão, ou via leis de incentivos federais, ou via alguns editais nacionais específicos, com número de projetos inscritos que ultrapassa várias médias de inscritos pro vaga de vestibulares no Brasil, com algo em torno de 20 a 60 projetos de filmes inscritos por vaga de prêmio. Enquanto isso, outros estados do país investem fortemente no fomento à atividade audiovisual local, com editais de milhões que abrangem ao mesmo tempo vários formatos diferentes.</div>
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<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O único edital que não acontecia desde 2006 e finalmente voltou reformulado em 2009 é o Prêmio para Desenvolvimento de Projetos de Longa-metragem em parceria do Santander Cultural com a Prefeitura de Porto Alegre e APTC, que a partir de então será bianual e selecionou 04 projetos com R$ 50.000,00 cada para desenvolver o embrião de novos longas-metragens.</div>
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<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Outras iniciativas na área, não somente da parte da produção, mas também de exibição de filmes, como o Rodacine e a Cinemateca Capitólio, seguem adormecidas neste longo período de hibernação do cinema brasileiro feito no Rio Grande do Sul.</div>
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<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A APTC &#8211; ABD/RS (Associação Profissional dos Técnicos Cinematográficos do RS e Brasileira de Documentaristas RS) denuncia esta grave situação em que se encontra o nosso cinema, e se dispõe a dialogar com as instâncias públicas locais e também com os novos candidatos ao Governo do Estado para que esta situação se reverta o mais rápido possível. Ou fatalmente enviaremos mais talentos para o centro do país, esvaziando de forma irreversível nossa produção cultural local.</div>
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<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Contatos:</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">aptcrs@yahoo.com.br</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">www.aptc.org.brsemana foi divulgada a lista dos filmes de curta-metragem selecionados para o próximo Festival de cinema de Gramado, incluindo 12 títulos na Mostra Gaúcha. Fora a comemoração dos selecionados, a classe dos realizadores de cinema do nosso Estado não têm muitos motivos para celebração.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Depois de passar a década de 90 como o terceiro estado pólo produtor de audiovisual do país, o RS vem perdendo posições no ranking da produção nacional, por uma evidente falta de política pública para o setor. Da lista destes 12 filmes da Mostra Gaúcha, é possível fazer um breve panorama da produção recente do nosso Estado e verificar a enorme dificuldade para financiamento das obras com incentivos locais. Muitos filmes são de produção independente, isto é, sem mecanismos públicos de incentivo, outros tantos são patrocinados por verbas federais (MinC ou Petrobrás), um filme é do Edital Fundoprocultura da Prefeitura de Caxias do Sul, e um único curta é financiado pelo Fumproarte, da Prefeitura de Porto Alegre.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Filmes do Prêmio IECINE da SEDAC-RS, nem rastro. Filmes feitos com recursos da Lei de Incentivo à Cultura também são inexistentes, os realizadores atualmente desanimam ao saber da farta burocracia que precede a inscrição de um projeto pela LIC-RS.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O 11º. Prêmio IECINE foi o único lançado pela atual gestão estadual, com edital aberto em abril de 2008, e o anúncio dos 05 vencedores no dia 20 de fevereiro de 2009. Em março deste mesmo ano foi assinado o contrato com os selecionados e a então Secretária da Cultura do Estado, Mônica Leal. Ela deixou o cargo em março de 2010 para concorrer a uma vaga no Legislativo, e deixou seu sucessor para pagar a conta, ainda em débito quase um ano e meio após a assinatura do contrato.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O Fumproarte, da Prefeitura de Porto Alegre, que há 16 anos fomenta não só o audiovisual como também todas as outras áreas da cultura como música, teatro e artes plásticas, pela primeira vez na história corre o risco real de lançar somente um único edital em 2010. A informação não é oficial, mas o calendário do edital do primeiro semestre de 2010 está tão atrasado que inviabiliza a realização de nova chamada pública.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A situação de descaso e calamidade não se restringe somente aos curtas. No tempo das “vacas gordas”, tivemos três edições do Prêmio RGE do Governo do Estado do RS, que entre os anos de 1998 e 2005 financiou a realização de 09 longas-metragens com o total de verba de R$ 11.700.000,00 (onze milhões e setecentos mil reais). Já estamos há 05 anos sem este patrocínio, que não tem previsão de retomada. E nenhum outro incentivo similar na área foi implantado neste período. Os financiamentos dos trabalhos recentes se dão, ou via leis de incentivos federais, ou via alguns editais nacionais específicos, com número de projetos inscritos que ultrapassa várias médias de inscritos pro vaga de vestibulares no Brasil, com algo em torno de 20 a 60 projetos de filmes inscritos por vaga de prêmio. Enquanto isso, outros estados do país investem fortemente no fomento à atividade audiovisual local, com editais de milhões que abrangem ao mesmo tempo vários formatos diferentes.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O único edital que não acontecia desde 2006 e finalmente voltou reformulado em 2009 é o Prêmio para Desenvolvimento de Projetos de Longa-metragem em parceria do Santander Cultural com a Prefeitura de Porto Alegre e APTC, que a partir de então será bianual e selecionou 04 projetos com R$ 50.000,00 cada para desenvolver o embrião de novos longas-metragens.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Outras iniciativas na área, não somente da parte da produção, mas também de exibição de filmes, como o Rodacine e a Cinemateca Capitólio, seguem adormecidas neste longo período de hibernação do cinema brasileiro feito no Rio Grande do Sul.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A APTC &#8211; ABD/RS (Associação Profissional dos Técnicos Cinematográficos do RS e Brasileira de Documentaristas RS) denuncia esta grave situação em que se encontra o nosso cinema, e se dispõe a dialogar com as instâncias públicas locais e também com os novos candidatos ao Governo do Estado para que esta situação se reverta o mais rápido possível. Ou fatalmente enviaremos mais talentos para o centro do país, esvaziando de forma irreversível nossa produção cultural local.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Contatos:</div>
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		<title>“Querido John”</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 03:14:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robledo Milani</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não que “Querido John” seja ruim. É apenas chato. Chato e previsível. Tão adocicado que chega a ser irritante. É o típico caso de união da ‘fome’ com a ‘vontade de comer’... ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5174" src="http://www.cineronda.com.br/wp-content/uploads/2010/06/dear-john-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" />Lasse Hallström é um cineasta que, ao aparecer no cenário mundial, despertou muitas expectativas. Hoje, no entanto, quase 30 anos depois, tudo que se tem recebido dele são trabalhos medíocres, como esse <strong><em>“Querido John”</em></strong>, um filme tão tolo quanto desnecessário<span id="more-5173"></span>. Seu primeiro trabalho de sucesso internacional foi o emocionante <strong><em>“Minha Vida de Cachorro”</em></strong>, que chegou a ser indicado a 2 Oscars (Direção e Roteiro Adaptado), além de ter ganho vários prêmios como Filme Estrangeiro (é um longa sueco). Depois vieram <strong><em>“Gilbert Grape – Aprendiz de Sonhador”</em></strong>, que revelou ao mundo Leonardo DiCaprio, garantindo sua primeira indicação ao Oscar (como Ator Coadjuvante), <strong><em>“As Regras da Casa”</em></strong> (com 7 indicações ao Oscar, inclusive Melhor Filme e Diretor, e premiado como Ator Coadjuvante, para Michael Caine, e Roteiro Adaptado) e <strong><em>“Chocolate”</em></strong> (com 5 indicações ao Oscar, inclusive Melhor Filme). Mas a boa fase não se sustentou, e desde então tem sido ladeira abaixo, com os equivocados <strong><em>“Chegadas e Partidas”</em></strong>, com Kevin Spacey, Cate Blanchett e Julianne Moore, <strong><em>“Um Lugar para Recomeçar”</em></strong>, com Jennifer Lopez, Robert Redford e Morgan Freeman, <strong><em>“Casanova”</em></strong>, com Heath Ledger e Sienna Miller, e <strong><em><a href="http://www.cineronda.com.br/sempre-ao-seu-lado" target="_self">“Sempre ao seu Lado”</a></em></strong>, com Richard Gere e Joan Allen. E sua nova obra segue o mesmo caminho problemático.</p>
<p>Não que <strong><em>“Querido John”</em></strong> seja ruim. É apenas chato. Chato e previsível. Tão adocicado que chega a ser irritante. É o típico caso de união da ‘<em>fome’</em> com a ‘<em>vontade de comer’</em>. Afinal Hallström sempre teve um pé no melodrama, elemento bastante comum também nos enredos do escritor Nicholas Sparks, autor do livro em que o filme se baseia e também das tramas de outros sucessos do gênero, como <strong><em><a href="http://www.cineronda.com.br/noites-de-tormenta" target="_self">“Noites de Tormenta”</a></em></strong> e <strong><em>“Diário de uma Paixão”</em></strong> (esse o melhor – e mais choroso – de todos). Não há grandes surpresas ou reviravoltas. Tudo é feito com o único propósito de fazer o espectador se debulhar em lágrimas. Isso se este não for um pouquinho mais esperto e perceber de antemão a armadilha que lhe foi preparada. Pois para os antenados com certeza os acontecimentos soarão nada naturais, e até mesmo forçados em alguns momentos. E sem verossimilhança todo e qualquer crédito será um esforço perdido.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5175" src="http://www.cineronda.com.br/wp-content/uploads/2010/06/dear_john01-300x181.jpg" alt="" width="300" height="181" />O John do título é um rapaz (Channing Tatum, de <strong><em><a href="http://www.cineronda.com.br/gi-joe-a-origem-de-cobra" target="_self">“G.I.Joe”</a></em></strong>) que vive com o pai problemático (Richard Jenkins, de <strong><em><a href="http://www.cineronda.com.br/queime-depois-de-ler" target="_self">“Queime Depois de Ler”</a></em></strong>, o melhor em cena) enquanto espera sua chamada para voltar ao serviço militar. Certo dia, após horas de surf na praia, ele encontra Savannah (Amanda Seyfried, de <strong><em><a href="http://www.cineronda.com.br/mamma-mia" target="_self">“Mamma Mia”</a></em></strong>). A paixão entre os dois é quase instantânea. Eles se entendem, se querem, se amam. Foram feitos um para o outro, e pretendem passar o resto dos seus dias juntos. Mas chega o momento dele ir para a guerra. Algo complicado, mas facilmente superado – afinal, eles podem passar tranquilamente um ano inteiro mantendo a atração que sentem um pelo outro apenas trocando cartas e juras de amor. Só que após 12 meses, uma nova tragédia acontece: 11 de setembro de 2001. Com os Estados Unidos em crise, as forças armadas serão mais necessárias do que nunca. E será nesse novo cenário que eles terão que decidir o que fazer com suas vidas. E arcar com estas consequências.</p>
<p>O maior problema de <strong><em>“Querido John”</em></strong> é a superficialidade dos personagens principais. Tudo é muito simples, direto, objetivo, sem profundidade nem inquietações. Para tudo há uma razão, um motivo nobre e justo, e é sempre tão ‘<em>preto-no-branco’</em> que não sobra espaço para questionamentos, reflexões ou dúvidas. Cada ato tem uma justificativa, como se fossem robôs automáticos seguindo uma programação prévia. Claro que os mais jovens – ou românticos – irão se deixar levar pela beleza dos protagonistas e pelo amor inabalável que os une. Mas isso não é realidade, e sim conto de fadas. Então, enquanto escapismo barato, talvez ele até se justifique. Agora, enquanto cinema, há muito a ser trabalhado ainda.</p>
<p><em>Dear John</em>, EUA, 2010<br />
De Lasse Hallström<br />
Com Channing Tatum, Amanda Seyfried, Richard Jenkins, Henry Thomas</p>
<p><strong>(nota 4)</strong></p>
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		<title>“(500) Dias com Ela”</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 02:22:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robledo Milani</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5169" src="http://www.cineronda.com.br/wp-content/uploads/2010/06/500-days-of-summer-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" />Um dos filmes mais interessantes exibidos recentemente nos cinemas – e que agora já se encontra disponível em dvd – é a ‘<em>tragicomédia’</em> romântica <strong><em>“(500) Dias com Ela”</em></strong>, de Marc Webb. E o forte da produção é justamente algo meio que em baixa hoje em Hollywood: seu bom roteiro<span id="more-5168"></span>! A trama em si não tem nada de muito original, mas o que surpreende é a forma como o esquema básico <em>garoto conhece garota-garoto e garota se apaixonam-garoto e garota se separam-garoto e garota são felizes para sempre</em> é contado. E acredite: por mais corriqueiro e repetitivo que esse enredo possa soar, o final irá surpreender muita gente! Ponto pra eles!</p>
<p>Marc Webb não era ninguém antes desse projeto: havia feito apenas dois videoclipes, um curta-metragem e um musical para televisão. Depois de <strong><em>“(500) Dias com Ela”</em></strong>, no entanto, ele conseguiu assinar para comandar a nova versão do herói Homem-Aranha na tela grande! Que responsabilidade, não? E tudo isso porque foi capaz de conferir verossimilhança e despertar uma atração quase juvenil ao mais corriqueiro dos arcos narrativos, contando para isso com muita sagacidade e inteligência. Sua sintonia com a modernidade é quase gritante – tudo é muito popular e orgânico, ao contrário dos ditos quase exagerados dos filmes de Tarantino e Kevin Smith, por exemplo. E a funcionalidade com que tudo se move em sua história é seu maior mérito!</p>
<p>Em <em><strong>“(500) Dias com Ela”</strong></em>, acompanhamos uma paixão pelo olhar masculino. Mas Tom (Joseph Gordon-Levitt, de <strong><em><a href="http://www.cineronda.com.br/gi-joe-a-origem-de-cobra" target="_self">“G.I Joe”</a></em></strong>) não é o macho tradicional. Ele está muito mais próximo do homem do século XXI, inseguro, frágil, temeroso pelo futuro e assustado com as surpresas do destino. Ele trabalha como roteirista numa empresa de cartões de presente. Uma vida banal, enquanto aguarda uma oportunidade para se realizar como arquiteto. Isso até que Summer (Zooey Deschanel, de <strong><em><a href="http://www.cineronda.com.br/%e2%80%9cfim-dos-tempos%e2%80%9d" target="_self">“Fim dos Tempos”</a></em></strong>) começa a trabalhar no mesmo escritório. O encanto – ao menos da parte dele – é imediato. Ele se apaixona, ela o acha engraçado. Ele se declara, ela quer apenas curtir. Ele imagina um futuro juntos, ela só pensa no hoje. Ele quer tudo, ela está satisfeita com o que tem recebido. E as diferenças entre eles serão cruciais neste relacionamento. Até porque, como o próprio título já adianta, serão apenas 500 dias juntos que eles terão.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5170" src="http://www.cineronda.com.br/wp-content/uploads/2010/06/500-days1-300x188.jpg" alt="" width="300" height="188" />Talvez seja essa crueza melancólica responsável pelo sopro de renovação a um gênero tão combalido. Comédias românticas são, em 98% dos casos, exatamente iguais. Por isso que é tão bom quando uma consegue inovar, escapando do clichê mais básico. Finais felizes não são tão comuns assim na vida real, e é muito bom quando percebemos que nem tudo está perdido na primeira derrota. Afinal, a guerra continua, e é o nosso empenho em cada batalha que fará diferença no final. Só não podemos nos dar por vencidos, pois o amor verdadeiro pode estar ali na esquina.</p>
<p><strong><em>“(500) Dias com Ela”</em></strong> estreou no Festival de Sundance, em janeiro de 2009, e desde então tem conquistado um público mais alternativo e críticos por todos os lugares onde é exibido. No Globo de Ouro chegou a ser indicado aos prêmios de Melhor Filme e Melhor Ator (Gordon-Levitt), na categoria de Comédia ou Musical. Neste caminho foi premiado em diversos festivais, como o dos Críticos da Florida, de Hollywood, no Independent Spirit Awards, nos Críticos de Las Vegas, no Satellite e nos Críticos de Southeastern (como Melhor Roteiro) e no dos Críticos de San Diego (como Melhor Edição), além do prêmio especial para o diretor no National Board of Review. Nada mal para um filme que custou em torno de US$ 7 milhões e arrecadou mais do que 5 vezes esse valor só nos Estados Unidos! Um tesouro discreto, que chegou de mansinho, mas que merece ser descoberto.</p>
<p><em>(500) Days of Summer</em>, EUA, 2009<br />
De Marc Webb<br />
Com Joseph Gordon-Levitt, Zooey Deschanel, Geoffrey Arend, Chloe Grace Moretz, Clark Gregg, Rachel Boston</p>
<p><strong>(nota 8,5)</strong></p>
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		<title>“Toy Story 3”</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 03:28:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robledo Milani</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5164" src="http://www.cineronda.com.br/wp-content/uploads/2010/06/toy-story-3-552x309-300x173.jpg" alt="" width="300" height="173" />É um fato: a Pixar simplesmente não sabe fazer um filme ruim. E o novo <strong><em>“Toy Story 3”</em></strong> é mais uma prova desta evidência<span id="more-5163"></span>. Após o soberbo <a href="http://www.cineronda.com.br/%e2%80%9cwall-e%e2%80%9d" target="_self"><strong><em>“Wall-E”</em></strong> </a>e o genial <strong><em><a href="http://www.cineronda.com.br/up-altas-aventuras" target="_self">“Up – Altas Aventuras”</a></em></strong> (ambos vencedores do Oscar de Melhor Animação, o último inclusive indicado a Melhor Filme do Ano), a divisão dos Estúdios Disney para animações digitais volta às telas com um dos seus melhores trabalhos, uma produção ousada, original, muito comovente e bastante movimentada, que consegue nos tocar em diversos níveis de emoção. Tudo bem, é desenho animado, e com certeza as crianças irão se divertir horrores. Mas esse é, principalmente, um filme pra gente grande, com tudo a que temos direito. Simplesmente excepcional.</p>
<p>O primeiro longa-metragem da Pixar, quando ainda era associada à Steve – <em>Apple</em> – Jobs, foi o primeiro <strong><em>“Toy Story”</em></strong>, de 1995. Quinze anos depois e mais um <strong><em>“Toy Story”</em></strong> – e segundo episódio foi levado às telas em 1999, como a primeira continuação de um desenho animado à ser exibida nos cinemas! – eles continuam rompendo barreiras. Se antes era o fato de inovar na animação digital, agora é o fato deste ser o primeiro filme animado da produtora feito inteiramente em sistema 3D – <strong><em><a href="http://www.cineronda.com.br/bolt-supercao" target="_self">“Bolt Supercão”</a></em></strong> e <strong><em><a href="http://www.cineronda.com.br/up-altas-aventuras" target="_self">“Up”</a></em></strong> foram feitos de modo tradicional e adaptados posteriormente. Não que isso faça muita diferença – quem for conferir o novo trabalho no antigo formato 2D não irá se decepcionar, e os que compararem as duas versões (é certo que o verei mais de uma vez!) não encontrarão muitas diferenças. O 3D aqui empregado é muito mais orgânico, no sentido de criar ambientes e cenários com maior profundidade e verossímeis, mas sem o uso exagerado de efeitos que ‘explodem’ na cara do espectador.</p>
<p>A trama de <strong><em>“Toy Story 3”</em></strong> também se passa uma década e meia após a primeira aventura dos bonecos Woody (voz de Tom Hanks) e Buzz (voz <img class="alignleft size-medium wp-image-5165" src="http://www.cineronda.com.br/wp-content/uploads/2010/06/toy-story-3-empire-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" />de Tim Allen). Agora o dono deles, Andy, não é mais um menino, e sim um adolescente prestes a deixar a casa da família e ir para a faculdade. E o que acontecerá com os antigos brinquedos dele? Irão para o sótão, serão vendidos numa feira de garagem ou, pior ainda, simplesmente jogados fora? Dentre tantas possibilidades terríveis, nada poderia ser pior do que acaba acontecendo: eles são doados a uma creche! Ao chegaram imaginam ter encontrado a solução dos seus problemas – afinal, terão crianças sempre por perto para brincarem! Mas logo descobrem que as coisas não são tão simples assim, e que na verdade se encontram presos em um lugar comandado por um ditador em formato de ursinho de pelúcia, condenados a serem abusados e maltratados por bebês até o fim de seus dias! E, para fugir desse destino trágico, terão que se unir como nunca antes!</p>
<p>As referências na elaboração do roteiro são as mais variadas possíveis, e vão desde clássicos como <strong><em>“Fugindo do Inferno”</em></strong> (1963) até sucessos recentes, como o oscarizado <strong><em>“Senhor dos Anéis”</em></strong> (2001-3)! As personalidades de cada um dos brinquedos são exploradas com grande riqueza de detalhes, e os novos personagens são tão fascinantes quanto os velhos conhecidos. Há piadas por todos os lados, muitas com duplo sentido, e os momentos de tensão e nervosismo não são evitados. É praticamente impossível não chorar copiosamente com a brilhante solução apresentada. O novato diretor Lee Unkrich deixa de lado qualquer apreensão por ser esta sua primeira experiência como realizador, mostrando ter aprendido muito enquanto esteve como assistente de produções como <strong><em>“Procurando Nemo”</em></strong> e <strong><em>“Monstros S.A.”</em></strong>! E por fim temos um novo clássico, uma obra atemporal, envolvente e que, além do fato de ser absolutamente incapaz de decepcionar, é capaz de proporcionar inesquecíveis momentos de júbilo e consagração!</p>
<p><em>Toy Story 3</em>, EUA, 2010<br />
De Lee Unkrich<br />
Com as vozes de Tom Hanks, Tim Allen, Joan Cusack, Ned Beatty, Don Rickles, Michael Keaton, Wallace Shawn, Estelle Harris, John Morris, Laurie Metcalf</p>
<p><strong>(nota 9,5)</strong></p>
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		<title>Hairspray (Brasil)</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 02:38:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Morales</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Partindo de uma história simples, “Hairspray” fala de preconceito e questiona valores e padrões estéticos, tudo com muita música, riso e alegria...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5159" src="http://www.cineronda.com.br/wp-content/uploads/2010/06/hairspray2-abtm-300x202.jpg" alt="" width="300" height="202" />Mil novecentos e sessenta e dois, Baltimore, Estados Unidos. Partindo de uma história simples, <strong><em>“Hairspray”</em></strong> fala de preconceito e questiona valores e padrões estéticos, tudo com muita música, riso e alegria<span id="more-5158"></span>. Nele, Tracy Turnblad é uma garota gordinha, sonhadora e apaixonada por um programa de televisão, o<em> ‘Corny Collins Show’</em>, uma atração musical que é a sensação do momento. Lá era onde os jovens da época dançavam e cantavam. Por estar um tanto fora dos “padrões” estéticos, ninguém levava a sério o sonho da garota. Mas a persistente Tracy mostra seu talento e conquista uma vaga fixa no show, provocando a raiva da até então sensação, a linda Amber Vonn Tussle, e de quebra arrebatando o coração do galã Link Larkin.</p>
<p><strong><em><a href="http://www.cineronda.com.br/hairspray" target="_self">“Hairspray”</a></em></strong> é baseado no filme homônimo de John Waters de 1988, mas estourou mesmo em 2007 com John Travolta, Michele Pfeiffer e o galã teen do momento Zac Efron. Na Broadway o espetáculo foi vencedor de oito prêmios <em>Tony</em>, arrebatou o <em>Grammy</em> e foi eleito o melhor musical do ano segundo o <em>New York Drama Critics Award</em>. Em cartaz há quase um ano, o espetáculo encerrou recentemente vitoriosa carreira em São Paulo.</p>
<p>Por aqui, <em><strong>“Hairspray”</strong></em> está sobre a batuta de Miguel Falabella, que além de ter dirigido a adaptação também traduziu as canções. As letras, que são, muitas vezes, o “<em>calcanhar de Aquiles</em>” na transposição para o português destes grandes musicais americanos, nesse caso são harmoniosas e possuem refrões que grudam como chiclete e fazem a platéia sair cantarolando. Mérito de Falabella. A encenação é competente, corroborando o dado de que os musicais brasileiros estão cada vez mais profissionais. Iluminação, orquestra e figurinos são impecáveis. Já a cenografia peca um tanto por soluções óbvias, e em alguns momentos deixa uma impressão de certo desleixo. No elenco encontra-se uma das melhores coisas do musical, e com algumas poucas exceções <strong><em>“Hairspray”</em></strong> apresenta um conjunto afinado, que consegue aliar o cantar com o representar de maneira satisfatória.</p>
<p>Tracy Turnblad é a protagonista, como todos sabem, mas a atriz brasileira não encontra alguém que faça frente ao seu absurdo carisma, talento e expressão vocal. A pouco conhecida do público Simone Gutierrez ganha o espectador desde o primeiro acorde, indo até os aplausos finais, que ganham mais força quando ela aparece. Uma escolha acertada, pois Simone é forte, sensível e encantadora. Edson Celulari, eterno galã na televisão e ator de talento no teatro, interpreta pela primeira vez uma mulher, e uma senhora muito gorda, cercado de enchimentos, próteses e a necessidade do equilíbrio no salto alto. Ele faz de sua Edna, mãe de Tracy, um grande trabalho, mesmo dando algumas escorregadas nas notas, fato esse completamente perdoável diante de sua interpretação, que se torna mais deliciosa na companhia do competente Edgar Bustamante, que dá vida ao marido Wilbur.</p>
<p>Tive a oportunidade de assistir por duas vezes o musical e ver duas substituições. A carismática Motormouth Maybelle era interpretada <img class="alignleft size-medium wp-image-5160" src="http://www.cineronda.com.br/wp-content/uploads/2010/06/hair-300x191.jpg" alt="" width="300" height="191" />originalmente por Graça Cunha, e em outra ocasião foi vivida por Karin Hils (Ex-Rouge). Karin sai-se muito melhor, pois além de cantar tão bem quanto Graça, no quesito interpretação é absurdamente superior. Outro caso é o do galão Link, que na pele de Jonatas Faro canta pouco e não tem o carisma suficiente para atrair o delírio das meninas, mas com Rodrigo Negrini – seu stand in – se coloca com mais garra e talento, cantando e interpretando com visível superioridade. Se fosse eu a escalar este elenco, Rodrigo e Karin ocupariam lugares de maior destaque. Frederico Reuter (Corny Collins) e Heloísa De Palma (Penny) também tem uma boa participação.</p>
<p>As grandes decepções em relação às atuações são as estrelas Arlete Salles e Danielle Winits. A primeira com nenhuma – ou quase – participação em musicais, canta muito pouco e não faz nada de diferente do que andou fazendo nos últimos anos, aparecendo num papel pequeno e de fraco desempenho. Mesmo assim é uma estrela e é gostoso ver uma atriz nesta altura de carreira e reconhecimento se arriscar em um musical deste porte. Ponto pela coragem! Já a segunda, uma quase veterana do estilo, decepciona com sua postura apática, sem brilho e cantando muito pouco. Danielle, além de tudo, tem uma “rival” grandiosa e que não deixa espaço para a loira se sobressair em momento algum. O resto, e não menos importante, elenco é competente e forma um belo grupo de apoio.</p>
<p>Com mais de quarenta trocas de cenários, efeitos especiais, trezentos e cinqüenta figurinos e cem perucas, <strong><em>“Hairspray”</em></strong> ajuda a deixar claro que definitivamente esse é um gênero em ascensão no nosso país. Sem dúvida o musical mais alegre, colorido e emocionante feito até hoje. Para continuar nos anos 60, podemos dizer que <strong><em>“Hairspray”</em></strong> “<em>está fazendo a cabeça</em>” de muita gente.</p>
<p><em>Hairspray</em><br />
<strong>Bom (***)</strong><br />
Tradução e direção: Miguel Falabella.<br />
Com: Simone Gutierrez, Edson Celulari, Arlete Salles, Danielle Winits, Edgard Bustamante e grande elenco.</p>
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		<title>“Kick-Ass – Quebrando Tudo”</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 03:49:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robledo Milani</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5154" src="http://www.cineronda.com.br/wp-content/uploads/2010/06/kickass-film-still-01-300x207.jpg" alt="" width="300" height="207" /><strong><em>“Kick-Ass – Quebrando Tudo”</em></strong> é mais uma dentre tantas adaptações de histórias em quadrinhos, estilo que de alguns anos para cá se tornou um gênero próprio. Porém este filme é, também, muito mais do que isso. É, acima de tudo, um dos melhores já feitos tendo como premissa o universo dos super-heróis<span id="more-5153"></span>. E olha que isso significa muita coisa, afinal estamos nos referindo a um universo que abrange personagens icônicos como Batman, Homem-Aranha, Superman e os X-Men! Mas Kick-Ass, o protagonista, se difere de todos estes por dois motivos principais: sua ingenuidade e o tom pop exagerado que a narrativa assume desde o início. É como se Bryan Singer, Sam Raimi ou Christopher Nolan tivessem sido cruzados com Quentin Tarantino, Guy Ritchie ou Kevin Smith! E o resultado é muito bacana!</p>
<p>Talvez o principal nome por trás de <strong><em>“Kick-Ass”</em></strong> seja o do mega-astro Brad Pitt, que assina o longa como produtor. A participação dele foi fundamental para que essa <em>comic</em> ganhasse a tela grande. Mas ela é criação de outro gigante, porém de outra mídia – as Histórias em Quadrinhos: John Romita Jr. Ele, ao lado de Mark Millar, injetou um novo ânimo nos gibis de todos esses já citados e em mais uma penca de outros, como Hulk, Homem de Ferro e Demolidor, para citar alguns dos mais conhecidos. <strong><em>“Kick-Ass”</em></strong> nasceu como um projeto alternativo, longe das grandes editoras, e talvez por isso mesmo com muito mais liberdade e ousadia. E essa combinação não só é perfeita como explosiva e muito necessária.</p>
<p>Dave (Aaron Johnson, que interpretou o jovem Edward Norton em <em><strong>“O Ilusionista”</strong></em>) é um adolescente comum, levando uma vida ordinária em <img class="alignleft size-medium wp-image-5155" src="http://www.cineronda.com.br/wp-content/uploads/2010/06/kickass2_gallery_primary-300x207.jpg" alt="" width="300" height="207" />Nova York. Até o dia em que ele se pergunta: “<em>como ninguém pensou antes em ser um super-herói?</em>” A falta de superpoderes não parece enfraquecer sua iniciativa, até porque ele acredita que a única coisa que importa é justamente isso: força de vontade! Ou seja, querer fazer diferença na vida dos outros. Com um figurino improvisado com roupas de mergulho e botas amarelas, ele decide sair às ruas para lutar contra o crime e a injustiça. O que ele não imaginava é que acabaria se metendo no meio de uma briga de gente grande, incomodando um grande chefão das drogas (Mark Strong, de <strong><em><a href="http://www.cineronda.com.br/sherlock-holmes" target="_self">“Sherlock Holmes”</a></em></strong>) e provocando o surgimento de outros justiceiros: Big Daddy (Nicolas Cage, num dos seus melhores trabalhos em muito tempo), Hit Girl (Chloë Grace Moretz, de <strong><em>“(500) Dias com Ela”</em></strong>) e Red Mist (Christopher Mintz-Plasse, de <em><strong>“Superbad”</strong></em>).</p>
<p>Com um orçamento bem abaixo dos padrões hollywoodianos, inferior aos US$ 30 milhões, <strong><em>“Kick-Ass”</em></strong> conseguiu faturar em todo o mundo mais do que o dobro deste valor, credenciando o diretor Matthew Vaughn (<strong><em>“Stardust”</em></strong>) a comandar sua primeira superprodução: <strong><em>“X-Men: First Class”</em></strong>, com previsão de estreia para 2011 e que deverá contar o início dos heróis mutantes da Marvel. E para isso ele só precisou investir numa trama descomplicada, que abusa dos clichês, mas se render a eles – ao contrário, usa-os a seu favor, com muito bom humor, uma impressionante sinceridade, violência cartunesca e uma conclusão que felizmente deixa portas escancaradas para a continuação, que se tudo der certo chega aos cinemas daqui a dois anos. Sinal de vida inteligente no fim do túnel.</p>
<p><em>Kick-Ass</em>, EUA/Inglaterra, 2010<br />
De Matthew Vaughn<br />
Com Aaron Johnson, Clark Duke, Evan Peters, Lyndsy Fonseca, Christopher Mintz-Plasse, Mark Strong, Chlöe Grace Moretz, Nicolas Cage</p>
<p><strong>(nota 8)</strong></p>
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		<title>Osso duro de roer</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Jun 2010 20:12:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Derlam</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5149" src="http://www.cineronda.com.br/wp-content/uploads/2010/06/AlmadoOsso-300x169.jpg" alt="" width="300" height="169" />Um filme vencedor do festival <em>É Tudo Verdade</em> é uma atração a parte, não é mesmo? Diria que não. Necessariamente diria que não. Afinal, o grande vencedor da edição de 2004, <strong><em>“A Alma do Osso”</em></strong>, é na verdade um filme árido e de difícil compreensão<span id="more-5148"></span>. Ele foi prestigiado e credenciado pelo júri por sua narrativa e linguagem inovadora – inclusive, consta no seu material promocional o seguinte texto: <em>“Representa a sinalização da chegada de uma única voz no mundo do cinema”</em> (assinado pelo júri do Festival).</p>
<p>Bem os jurados nem sempre tem critérios claros, e muitas vezes são pra lá de polêmicos. Lógico que a observação e a forma como trata o tema é meticulosa e foi planejada para ser a de um cinema autoral. Mas como o filme só chegou seis anos depois aos cinemas, acabou perdendo parte de seu poder de impacto. Seu formato foi utilizado por muitos outros documentários que vieram de carona e que acabaram incorporando mais agilidade na montagem e na narrativa. Tudo é lento demais em <em><strong>“A Alma do Osso”</strong></em>, e em grande parte entediante. Sua fotografia crua carecia de mais cuidados e atrativos. A qualidade da imagem também deixa a desejar. A captação tem problemas excessivos de foco, enquanto que a imagem é muito pixelada, de um gosto duvidoso.</p>
<p>Fui conferir sua exibição inédita em Porto Alegre e confesso ter ficado um tanto decepcionado frente à expectativa que nutria. O documentário dirigido pelo mineiro Cao Guimarães retrata o cotidiano de um eremita (chamado Dominguinhos da Pedra), um homem de 71 anos que mora em cavernas há mais de 41 anos. Vemos durante o filme seu cotidiano entre uma infinidade de latas e sacos numa falsa desordem. Os 10 minutos iniciais apresentam longos planos repetitivos no interior da caverna, enquanto o eremita prepara seu café. Ele cata latas de cerveja, cata plástico, coloca água, tira, coloca de novo, procura mais e nada acontece. E lá se foram DEZ minutos. Para então depois tomar um café. Isso tudo em uma organização caótica de objetos espalhados por todo o espaço. Espaço que durante toda esta introdução só vemos internamente. Ele vive em uma sujeira, uma condição indigna para um ser humano.</p>
<p>Este é um retrato real e chocante de uma pessoa que se isolou da sociedade e mergulhou na solidão. Me fez lembrar de um vídeo de Fernando Meirelles nos anos 80 (ele era o cinegrafista da produtora Olhar Eletrônico) entrevistando mendigos nas ruas de São Paulo. Acontece que o registro feito por Meirelles tinha uma dinâmica mais próxima do espectador. Os mendigos surpreendiam em respostas, em alguns casos até elaboradas. Diferente do ritmo adotado por <em><strong>“A Alma do Osso”</strong></em>. O filme propõe contemplação, e falha ao não contar história nenhuma. Não sabemos de onde ele veio, como chegou ali, como sobrevive, quase nada.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5150" title="alma_osso" src="http://www.cineronda.com.br/wp-content/uploads/2010/06/alma_osso-300x190.jpg" alt="alma_osso" width="300" height="190" />Lá pelas tantas, entre dificuldades para pronunciar as palavras e para desenvolver o pensamento, o eremita conta um sonho confuso e depois a história da Alma do Osso que originou o título da obra. Uma história fantasiosa de um viajante que enterrou um cadáver e foi salvo pelo espírito do mesmo, dos raios fatais de uma tempestade. Ele ainda toca um violão e canta uma música precariamente. Depois destes momentos mais interessantes fiquei refletindo: <em>‘será que o filme não poderia explorar em mais estas situações diversas? Ou apenas isso foi selecionado?’</em> Quase no final, o homem ouve um rádio de pilha e recebe jovens de um ônibus escolar cuja estrada fica uns 500 metros da caverna. Depois conta uma história que nos leva a crer que tenha sido paciente de um hospital psiquiátrico. Repito. Será que não havia uma história melhor por se descobrir?</p>
<p>Em minha opinião, o fato de não haver aparente interferência da equipe com o eremita limita o resultado do que é apresentado. Além disso, no último instante do filme, a equipe apresenta ao velho suas imagens na câmera, você percebe a sua emoção se reconhecendo. Então ficamos pensando: <em>‘foi ele quem escolheu a solidão ou ela teria escolhido ele?’</em> Não espere respostas. Não em <em><strong>“A Alma do Osso”</strong></em>.</p>
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		<title>“Esquadrão Classe A”</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Jun 2010 19:13:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robledo Milani</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5143" src="http://www.cineronda.com.br/wp-content/uploads/2010/06/2010_the_a-team_001-300x209.jpg" alt="" width="300" height="209" />A série de televisão <strong><em>“Esquadrão Classe A”</em></strong> fez muito sucesso nos anos 80, tanto nos Estados Unidos como no Brasil. Mas, apesar dos fãs e da popularidade, nunca foi motivo de culto ou adoração, como tantas outras. Por isso a surpresa quando foi anunciado que uma versão cinematográfica, mais de 20 anos depois, seria produzida. E o espanto continua até o momento em que a conferimos agora, na telona: o filme é muito melhor do que se poderia esperar<span id="more-5142"></span>! Claro aqui que tem tudo que é esperado – explosões inacreditáveis, efeitos especiais de última geração, reviravoltas mirabolantes, enredos improváveis – mas com um diferencial muito importante: um bom humor contagiante!</p>
<p>O tal Time A (do título original, <em>The A-Team</em>) é formado por quatro ex-oficiais do exército americano que agem clandestinamente, mas sempre em luta da verdade e da justiça – óbvio! Eles foram injustiçados por uma armação, e enquanto não conseguem provar que são inocentes, seguem atuando independente da aprovação das autoridades. Se essa explicação era o ponto de partida do programa televisivo, agora ocupa toda a trama do filme, que se preocupa basicamente em esclarecer quem são esses quatro personagens, como se uniram e o que passaram até chegar onde estão. É o típico filme de origem, que mostra ‘<em>como tudo começou’</em>. E como o resultado é bastante satisfatório, pode apostar que uma série de continuações já deve estar programada.</p>
<p><em><strong>“Esquadrão Classe A”</strong></em>, que contou com a direção de Joe Carnahan, conhecido pelo policial <strong><em>“Narc”</em></strong>, é só mais um dentre uma lista de remakes <img class="alignleft size-medium wp-image-5144" src="http://www.cineronda.com.br/wp-content/uploads/2010/06/a_team_bradley_cooper-535x356-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" />de antigos seriados de televisão que estão sendo levados para a tela grande. Até o momento já tivemos <strong><em>“Missão Impossível”</em></strong> e <strong><em>“As Panteras”</em></strong> como exemplos mais bem sucedidos (e o novo filme é uma boa combinação entre os dois, com ação e graça equivalentes). Mas houve também uma série de decepções, como <strong><em>“S.W.A.T.”</em></strong>, <strong><em>“Miami Vice”</em></strong>, <strong><em>“Starsky &amp; Hutch”</em></strong>, <strong><em>“Sou Espião”</em></strong>, <strong><em>“Mod Squad”</em></strong>, <strong><em>“Os Gatões”</em></strong> e <em><strong><a href="http://www.cineronda.com.br/gi-joe-a-origem-de-cobra" target="_self">“G.I.Joe”</a></strong></em>, todos com uma performance nas bilheterias bem aquém do esperado. E o próximo capítulo será com o novo <strong><em>“Karatê Kid”</em></strong>, previsto para estrear em breve e com o filho do Will Smith como protagonista. Ou seja, é uma moda nem um pouco passageira, pelo visto.</p>
<p>À frente do elenco de <strong><em>“Esquadrão Classe A”</em></strong> está o <em>workaholic</em> Liam Neeson (que neste ano já estrelou o drama <strong><em>“O Preço da Traição”</em></strong> e a aventura <strong><em>“Fúria de Titãs”</em></strong>), que comanda a equipe formada por Bradley Cooper (<strong><em><a href="http://www.cineronda.com.br/se-beber-nao-case" target="_self">“Se Beber Não Case”</a></em></strong>), Sharlto Copley (<strong><em><a href="http://www.cineronda.com.br/distrito-9" target="_self">“Distrito 9”</a></em></strong>) e Quinton ‘Rampage’ Jackson, este último como o emblemático ‘<em>B.A.</em>’. Como contraponto está a bela Jessica Biel (<strong><em><a href="http://www.cineronda.com.br/eu-os-declaro-marido-e-larry" target="_self">“Eu os Declaro Marido e&#8230; Larry!”</a></em></strong>), que de mocinha indefesa não tem nada. Mas se ela parece completamente equivocada em seu papel de tira durona, os quatro protagonistas respondem bem à responsabilidade que assumiram. E assim nos entregam um filme que não ficará na memória de ninguém, mas que ao mesmo tempo garante a qualquer espectador duas horas de muitas risadas e diversão. E às vezes isso é tudo o que queremos.</p>
<p>The A-Team, EUA, 2010<br />
De Joe Carnahan<br />
Com Liam Neeson, Bradley Cooper, Jessica Biel, Quinton ‘Rampage’ Jackson, Sharlto Copley, Gerald McRaney, Henry Czerny, Brian Bloom</p>
<p><strong>(nota 7)</strong></p>
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		<title>A Arte da Cooperação</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Jun 2010 18:28:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Silveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Emmanuel Laurent nos presta um grande favor ao assinar sua primeira direção em “Godard, Truffaut e a Nouvelle Vague”, documentário não somente indicado, mas necessário para qualquer cinéfilo...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5137" src="http://www.cineronda.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Godard-Truffaut-e-a-Nouvelle-Vague-300x166.jpg" alt="" width="300" height="166" />Deixando de lado o que o termo tem de pejorativo, <strong><em>“Godard, Truffaut e a Nouvelle Vague”</em></strong> consegue ser didático sem ser simplório, profundo sem ser complexo. É provavelmente o mais relevante retrato histórico desse encontro<span id="more-5136"></span> que se situa como a mais decisiva mudança cinematográfica depois da substituição do cinema mudo e do preto e branco.</p>
<p>Diferente da literatura e de como alguns gostariam, o cinema é a arte da cooperação. Mais de cem anos depois da data do seu surgimento, é impossível contarmos sua trajetória sem nos referirmos a uma série de encontros. Parcerias como as de Alfred Hitchcock e Cary Grant; Elia Kazan e Marlon Brando; Josef von Sternberg e Marlene Dietrich; Federico Fellini e Marcello Mastroianni; Sergio Leone e Clint Eastwood; Martin Scorsese e Robert De Niro foram decisivas não apenas para o espectador, mas também para a própria história da sétima arte.</p>
<p>Apesar de pouco conhecido, o encontro fundamental se deu no dia 28 de dezembro de 1895 durante aquela que se considera a primeira exibição pública do cinema, quando o mágico Georges Méliès foi desencorajado por Lumière a adquirir um cinematógrapho, pois o aparelho não tinha nenhum futuro como espetáculo. Depois do episódio e do óbvio equívoco de Lumière, entre oscilações ideológicas na busca por identidade, o cinema trilhou um caminho de modificações técnicas, enquadrou-se em parâmetros que o fizeram moldar-se social e profissionalmente; ao mesmo tempo em que se estabelecia pouco a pouco como indústria, refinando-se instrumentalmente. Se neste primeiro momento o interesse, ainda que distinto, destes dois franceses foi essencial para que a sequência de fotos projetadas no teatro de Paris fosse aprimorada incessantemente na busca pela reprodução exata do real – desejo ainda a perturbar nossos contemporâneos que, entre as arrecadações significativas dos filmes em três dimensões, buscam a quebra absoluta do distanciamento – nenhuma outra parceria foi tão marcante quanto a que se daria praticamente cinqüenta anos mais tarde.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5138" src="http://www.cineronda.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Leaud-219x300.jpg" alt="" width="219" height="300" />Foi na Rua Danton, endereço no Quartier Latin em que se localizava o cineclube dirigido por Maurice Henri Joseph Schérer, mais conhecido por Éric Rohmer, que se conheceram pela primeira vez Jean-Luc Godard e François Truffaut. Separados somente por dois anos, suas vidas em nada se assemelhavam. Filho de pais protestantes, intelectualizados e bem estruturados financeiramente, Godard absorvera todo conhecimento que a condição da família e o interesse poderiam proporcionar. Truffaut, por sua vez e como muitos de sua geração – inclusive Rohmer, que voltou-se ao cinema tardiamente – aspirava mais do que lhe permitiam alcançar. Por isso, fez com que a incompatibilidade com os pais e a infância rebelde, biografia somente um pouco mais amena que a do realizador francês Jean Vigo, não somente se transformasse nos seus melhores ensinamentos, mas que pudesse extrair daí boa parcela de sua arte, criando obra tão significativa e revolucionária quanto <strong><em>“Os Incompreendidos”</em></strong> (<em>Les Quatre Cents Coups</em>, 1959), vencedora do prêmio Meliès e da melhor direção no Festival de Cannes, em 1959.</p>
<p>Ainda do cineclube de Rohmer, e de sua proposta apresentar a maior quantidade possível de filmes sem ater-se a nenhuma preferência, surgiu <em>La Gazette du Cinéma</em>, boletim informativo que servia de registro às produções exibidas e contava, entre seus colaboradores, com o jovem Godard. Alguns anos depois, sobre as tutelas de Jacques Doniol-Valcroze e de André Bazin, o mais importante crítico de cinema francês – e possivelmente o mais influente do mundo – nascia a <em>Cahiers du Cinéma</em>, revista que marcou época pela qualidade do corpo crítico e beligerância no posicionamento de seus artigos, assim como por ser o espaço que propiciou a um grupo de realizadores a articulação de diretrizes ideológicas e estéticas que revolucionariam a arte cinematográfica atendendo pelo nome de <em>Nouvelle Vague</em>: a Nova Onda do cinema francês.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5139" src="http://www.cineronda.com.br/wp-content/uploads/2010/06/antoine-les-400-coups1-300x241.jpg" alt="" width="300" height="241" />A verdade é que não se pode compreender o cinema como um todo sem conhecer o que se passou na França a partir dos anos cinqüenta e a renovação que esse pensamento gerou no mundo cinematográfico. Nesse sentido, o até então produtor Emmanuel Laurent nos presta um grande favor ao assinar sua primeira direção em <em><strong>“Godard, Truffaut e a Nouvelle Vague”</strong></em>, documentário não somente indicado, mas necessário para qualquer cinéfilo. Durante os 90 minutos de filme, Laurent estrutura de forma articulada as principais relações que se estabeleceram ainda momentos antes do lançamento de <strong><em>“Os Incompreendidos”</em></strong>. Baseando sua narrativa na coleta de material histórico como cartas, reportagens dos variados periódicos da época e intercalando a narração com passagens dos principais filmes do movimento, nos aproximamos de uma verdadeira aula de cinema. Para conseguir concisão e não esparramar pela tela um amontoado de informações relacionadas e não necessariamente ligadas, Laurent constrói um triângulo central, que, acertadamente, é a base do movimento. Tendo por pilares François Truffaut, Jean-Luc Godard e Jean-Pierre Léaud, ator símbolo da Nova Onda, o filme desenvolve as relações que aproximaram e afastaram os protagonistas dessa histórica. Trata com propriedade das visões de cinema do início da carreira dos dois diretores, as posturas frente aos personagens encarados por Léaud e, a partir de determinado momento, da cisão ideológica entre ambos. Do diálogo ao silêncio, do amor ao ódio, o documentário explora em François e Jean-Luc o radicalismo impositivo da gênese do cinema francês.</p>
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		<title>“Sex and the City 2”</title>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 21:57:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robledo Milani</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5132" src="http://www.cineronda.com.br/wp-content/uploads/2010/05/sex-and-the-city-2-movie-reviewjpg-6eb9aab07f3c17d0_large-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" />Muito mais glamour, festas, charme, viagens, as melhores marcas, cenários deslumbrantes, vestidos de deixar qualquer uma de queixo caído e agitos imperdíveis é o que promete <em><strong>“Sex and the City 2”</strong></em>. Mas o que acontece quando o filme falha em apresentar justamente o que lhe deu seu maior carisma: ‘sexo’ e ‘cidade’?<span id="more-5131"></span> Neste novo reencontro das quatro melhores amigas novaiorquinas, há de tudo um pouco, menos o essencial. Primeiro porque três delas estão muito bem casadas – e talvez isso signifique falta de sexo, já que nenhuma delas aparece transando em cena. E a quarta – Samantha, que sempre foi a mais liberal – passa mais tempo reclamando da idade do que partindo para a ação – ela até protagoniza dois encontros ‘calientes’, mas ainda assim é pouco diante do histórico da moça. Agora, difícil mesmo é suportar a ausência da quinta protagonista: New York! Mais da metade da trama se passa no outro lado do mundo, mais precisamente em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes. E fora do ambiente natural delas, parte da magia também se desfaz.</p>
<p><em><strong>“Sex and the City 2”</strong></em> não apresenta nenhuma justificativa – em longos 146 minutos – para sua existência. Todo aquele papo tão comum entre estrelas, diretores e produtores, de que ‘<em>para se fazer um novo filme o fundamental é uma boa história’</em>, aqui não se aplica – afinal, não há enredo algum! Tudo é mera desculpa para um desfile de figurinos estonteantes – e absolutamente improváveis – piadas recicladas, e, acima de tudo, propaganda. Afinal, <strong><em><a href="http://www.cineronda.com.br/sex-and-the-city-%e2%80%93-o-filme" target="_self">“Sex and the City”</a></em></strong> é sinônimo de fashion, moderno, de tudo que há de mais antenado no mundo da moda. Como resultado temos algo muito mais gay do que feminino. Ok, as quatro ainda estão lá. Mas o que realmente importa não é o que elas sentem – suas motivações internas são tão patéticas a ponto de serem risíveis – e sim o que vestem, compram, presenteiam ou visitam.</p>
<p>Mesmo assim, vamos ao argumento básico: após dois anos de casamento com Mr. Big (Chris Noth), Carrie (Sarah <img class="alignleft size-medium wp-image-5133" src="http://www.cineronda.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Sex_City_davis_p_664982gm-e-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" />Jessica Parker) começa a reclamar da monotonia da vida em casal. Miranda (Cynthia Nixon) está com um novo chefe insuportável, e isso está tirando toda a alegria dela com o trabalho. Charlotte (Kristin Davis) não tem lidado muito bem com o stress de ser mãe de duas meninas pequenas, além do ciúme com a babá gostosona. E Samantha (Kim Cattrall)&#8230; bem, essa continua igual. Apenas mais velha – o que pra ela é um problema e tanto. Sem muito o que fazer, as quatro decidem ir para o meio do deserto, a convite de um sheik milionário que bancou o último filme do astro Smith Jerrod (Jason Lewis), o ex de Sam. Lá as coisas complicam um pouco quando Carrie se depara com Aidan (John Corbett, de <em><strong>“Casamento Grego”</strong></em>), e após um jantar romântico a dois&#8230; bem, dá pra imaginar o que acontece!</p>
<p>Mas esse aparente ‘nada’ absoluto não significa que <em><strong>“Sex and the City 2”</strong></em> seja chato. Aliás, muito pelo contrário. É divertidíssimo! Chega a ser impressionante o quão bem eles conseguiram disfarçar a ausência de uma história mais consistente, que realmente nos conduzisse a algum lugar. As quatro personagens estão mais unidas, e se parecem muito mais com aquelas a que nos acostumamos a ver na série de televisão, ao contrário do que foi mostrado no filme anterior. Há, sim, ótimos momentos – afinal, não é todo dia que podemos nos deliciar com Liza Minelli cantando (e dançando) “<em>Single Ladies</em>”, da Beyoncé! – e sequências que são um verdadeiro sonho. E se tudo é mera desculpa para nos depararmos mais uma vez com velhas e conhecidas amigas, ao menos a diversão é garantida. Pode faltar sexo e cidade, mas sobram boas risadas, muita espumante e eventos de tirar o fôlego de qualquer desavisado. Alguma dúvida de que um terceiro episódio já foi encomendado? Afinal, ainda há muito comercial a ser feito!</p>
<p><em>Sex and the City 2</em>, EUA, 2010<br />
De Michael Patrick King<br />
Com Sarah Jessica Parker, Kim Cattrall, Kristin Davis, Cynthia Nixon, Chris Noth, Evan Handler, David Eigenberg, Jason Lewis, Mario Cantone, Willie Garson, John Corbett, Liza Minelli, Penelope Cruz, Miley Cyrus</p>
<p><strong>(nota 7)</strong></p>
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