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		<title>“Querido John”</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 03:14:33 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5174" src="http://www.cineronda.com.br/wp-content/uploads/2010/06/dear-john-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" />Lasse Hallström é um cineasta que, ao aparecer no cenário mundial, despertou muitas expectativas. Hoje, no entanto, quase 30 anos depois, tudo que se tem recebido dele são trabalhos medíocres, como esse <strong><em>“Querido John”</em></strong>, um filme tão tolo quanto desnecessário<span id="more-5173"></span>. Seu primeiro trabalho de sucesso internacional foi o emocionante <strong><em>“Minha Vida de Cachorro”</em></strong>, que chegou a ser indicado a 2 Oscars (Direção e Roteiro Adaptado), além de ter ganho vários prêmios como Filme Estrangeiro (é um longa sueco). Depois vieram <strong><em>“Gilbert Grape – Aprendiz de Sonhador”</em></strong>, que revelou ao mundo Leonardo DiCaprio, garantindo sua primeira indicação ao Oscar (como Ator Coadjuvante), <strong><em>“As Regras da Casa”</em></strong> (com 7 indicações ao Oscar, inclusive Melhor Filme e Diretor, e premiado como Ator Coadjuvante, para Michael Caine, e Roteiro Adaptado) e <strong><em>“Chocolate”</em></strong> (com 5 indicações ao Oscar, inclusive Melhor Filme). Mas a boa fase não se sustentou, e desde então tem sido ladeira abaixo, com os equivocados <strong><em>“Chegadas e Partidas”</em></strong>, com Kevin Spacey, Cate Blanchett e Julianne Moore, <strong><em>“Um Lugar para Recomeçar”</em></strong>, com Jennifer Lopez, Robert Redford e Morgan Freeman, <strong><em>“Casanova”</em></strong>, com Heath Ledger e Sienna Miller, e <strong><em><a href="http://www.cineronda.com.br/sempre-ao-seu-lado" target="_self">“Sempre ao seu Lado”</a></em></strong>, com Richard Gere e Joan Allen. E sua nova obra segue o mesmo caminho problemático.</p>
<p>Não que <strong><em>“Querido John”</em></strong> seja ruim. É apenas chato. Chato e previsível. Tão adocicado que chega a ser irritante. É o típico caso de união da ‘<em>fome’</em> com a ‘<em>vontade de comer’</em>. Afinal Hallström sempre teve um pé no melodrama, elemento bastante comum também nos enredos do escritor Nicholas Sparks, autor do livro em que o filme se baseia e também das tramas de outros sucessos do gênero, como <strong><em><a href="http://www.cineronda.com.br/noites-de-tormenta" target="_self">“Noites de Tormenta”</a></em></strong> e <strong><em>“Diário de uma Paixão”</em></strong> (esse o melhor – e mais choroso – de todos). Não há grandes surpresas ou reviravoltas. Tudo é feito com o único propósito de fazer o espectador se debulhar em lágrimas. Isso se este não for um pouquinho mais esperto e perceber de antemão a armadilha que lhe foi preparada. Pois para os antenados com certeza os acontecimentos soarão nada naturais, e até mesmo forçados em alguns momentos. E sem verossimilhança todo e qualquer crédito será um esforço perdido.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5175" src="http://www.cineronda.com.br/wp-content/uploads/2010/06/dear_john01-300x181.jpg" alt="" width="300" height="181" />O John do título é um rapaz (Channing Tatum, de <strong><em><a href="http://www.cineronda.com.br/gi-joe-a-origem-de-cobra" target="_self">“G.I.Joe”</a></em></strong>) que vive com o pai problemático (Richard Jenkins, de <strong><em><a href="http://www.cineronda.com.br/queime-depois-de-ler" target="_self">“Queime Depois de Ler”</a></em></strong>, o melhor em cena) enquanto espera sua chamada para voltar ao serviço militar. Certo dia, após horas de surf na praia, ele encontra Savannah (Amanda Seyfried, de <strong><em><a href="http://www.cineronda.com.br/mamma-mia" target="_self">“Mamma Mia”</a></em></strong>). A paixão entre os dois é quase instantânea. Eles se entendem, se querem, se amam. Foram feitos um para o outro, e pretendem passar o resto dos seus dias juntos. Mas chega o momento dele ir para a guerra. Algo complicado, mas facilmente superado – afinal, eles podem passar tranquilamente um ano inteiro mantendo a atração que sentem um pelo outro apenas trocando cartas e juras de amor. Só que após 12 meses, uma nova tragédia acontece: 11 de setembro de 2001. Com os Estados Unidos em crise, as forças armadas serão mais necessárias do que nunca. E será nesse novo cenário que eles terão que decidir o que fazer com suas vidas. E arcar com estas consequências.</p>
<p>O maior problema de <strong><em>“Querido John”</em></strong> é a superficialidade dos personagens principais. Tudo é muito simples, direto, objetivo, sem profundidade nem inquietações. Para tudo há uma razão, um motivo nobre e justo, e é sempre tão ‘<em>preto-no-branco’</em> que não sobra espaço para questionamentos, reflexões ou dúvidas. Cada ato tem uma justificativa, como se fossem robôs automáticos seguindo uma programação prévia. Claro que os mais jovens – ou românticos – irão se deixar levar pela beleza dos protagonistas e pelo amor inabalável que os une. Mas isso não é realidade, e sim conto de fadas. Então, enquanto escapismo barato, talvez ele até se justifique. Agora, enquanto cinema, há muito a ser trabalhado ainda.</p>
<p><em>Dear John</em>, EUA, 2010<br />
De Lasse Hallström<br />
Com Channing Tatum, Amanda Seyfried, Richard Jenkins, Henry Thomas</p>
<p><strong>(nota 4)</strong></p>
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		<title>“(500) Dias com Ela”</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 02:22:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robledo Milani</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5169" src="http://www.cineronda.com.br/wp-content/uploads/2010/06/500-days-of-summer-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" />Um dos filmes mais interessantes exibidos recentemente nos cinemas – e que agora já se encontra disponível em dvd – é a ‘<em>tragicomédia’</em> romântica <strong><em>“(500) Dias com Ela”</em></strong>, de Marc Webb. E o forte da produção é justamente algo meio que em baixa hoje em Hollywood: seu bom roteiro<span id="more-5168"></span>! A trama em si não tem nada de muito original, mas o que surpreende é a forma como o esquema básico <em>garoto conhece garota-garoto e garota se apaixonam-garoto e garota se separam-garoto e garota são felizes para sempre</em> é contado. E acredite: por mais corriqueiro e repetitivo que esse enredo possa soar, o final irá surpreender muita gente! Ponto pra eles!</p>
<p>Marc Webb não era ninguém antes desse projeto: havia feito apenas dois videoclipes, um curta-metragem e um musical para televisão. Depois de <strong><em>“(500) Dias com Ela”</em></strong>, no entanto, ele conseguiu assinar para comandar a nova versão do herói Homem-Aranha na tela grande! Que responsabilidade, não? E tudo isso porque foi capaz de conferir verossimilhança e despertar uma atração quase juvenil ao mais corriqueiro dos arcos narrativos, contando para isso com muita sagacidade e inteligência. Sua sintonia com a modernidade é quase gritante – tudo é muito popular e orgânico, ao contrário dos ditos quase exagerados dos filmes de Tarantino e Kevin Smith, por exemplo. E a funcionalidade com que tudo se move em sua história é seu maior mérito!</p>
<p>Em <em><strong>“(500) Dias com Ela”</strong></em>, acompanhamos uma paixão pelo olhar masculino. Mas Tom (Joseph Gordon-Levitt, de <strong><em><a href="http://www.cineronda.com.br/gi-joe-a-origem-de-cobra" target="_self">“G.I Joe”</a></em></strong>) não é o macho tradicional. Ele está muito mais próximo do homem do século XXI, inseguro, frágil, temeroso pelo futuro e assustado com as surpresas do destino. Ele trabalha como roteirista numa empresa de cartões de presente. Uma vida banal, enquanto aguarda uma oportunidade para se realizar como arquiteto. Isso até que Summer (Zooey Deschanel, de <strong><em><a href="http://www.cineronda.com.br/%e2%80%9cfim-dos-tempos%e2%80%9d" target="_self">“Fim dos Tempos”</a></em></strong>) começa a trabalhar no mesmo escritório. O encanto – ao menos da parte dele – é imediato. Ele se apaixona, ela o acha engraçado. Ele se declara, ela quer apenas curtir. Ele imagina um futuro juntos, ela só pensa no hoje. Ele quer tudo, ela está satisfeita com o que tem recebido. E as diferenças entre eles serão cruciais neste relacionamento. Até porque, como o próprio título já adianta, serão apenas 500 dias juntos que eles terão.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5170" src="http://www.cineronda.com.br/wp-content/uploads/2010/06/500-days1-300x188.jpg" alt="" width="300" height="188" />Talvez seja essa crueza melancólica responsável pelo sopro de renovação a um gênero tão combalido. Comédias românticas são, em 98% dos casos, exatamente iguais. Por isso que é tão bom quando uma consegue inovar, escapando do clichê mais básico. Finais felizes não são tão comuns assim na vida real, e é muito bom quando percebemos que nem tudo está perdido na primeira derrota. Afinal, a guerra continua, e é o nosso empenho em cada batalha que fará diferença no final. Só não podemos nos dar por vencidos, pois o amor verdadeiro pode estar ali na esquina.</p>
<p><strong><em>“(500) Dias com Ela”</em></strong> estreou no Festival de Sundance, em janeiro de 2009, e desde então tem conquistado um público mais alternativo e críticos por todos os lugares onde é exibido. No Globo de Ouro chegou a ser indicado aos prêmios de Melhor Filme e Melhor Ator (Gordon-Levitt), na categoria de Comédia ou Musical. Neste caminho foi premiado em diversos festivais, como o dos Críticos da Florida, de Hollywood, no Independent Spirit Awards, nos Críticos de Las Vegas, no Satellite e nos Críticos de Southeastern (como Melhor Roteiro) e no dos Críticos de San Diego (como Melhor Edição), além do prêmio especial para o diretor no National Board of Review. Nada mal para um filme que custou em torno de US$ 7 milhões e arrecadou mais do que 5 vezes esse valor só nos Estados Unidos! Um tesouro discreto, que chegou de mansinho, mas que merece ser descoberto.</p>
<p><em>(500) Days of Summer</em>, EUA, 2009<br />
De Marc Webb<br />
Com Joseph Gordon-Levitt, Zooey Deschanel, Geoffrey Arend, Chloe Grace Moretz, Clark Gregg, Rachel Boston</p>
<p><strong>(nota 8,5)</strong></p>
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		<title>“Toy Story 3”</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 03:28:46 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5164" src="http://www.cineronda.com.br/wp-content/uploads/2010/06/toy-story-3-552x309-300x173.jpg" alt="" width="300" height="173" />É um fato: a Pixar simplesmente não sabe fazer um filme ruim. E o novo <strong><em>“Toy Story 3”</em></strong> é mais uma prova desta evidência<span id="more-5163"></span>. Após o soberbo <a href="http://www.cineronda.com.br/%e2%80%9cwall-e%e2%80%9d" target="_self"><strong><em>“Wall-E”</em></strong> </a>e o genial <strong><em><a href="http://www.cineronda.com.br/up-altas-aventuras" target="_self">“Up – Altas Aventuras”</a></em></strong> (ambos vencedores do Oscar de Melhor Animação, o último inclusive indicado a Melhor Filme do Ano), a divisão dos Estúdios Disney para animações digitais volta às telas com um dos seus melhores trabalhos, uma produção ousada, original, muito comovente e bastante movimentada, que consegue nos tocar em diversos níveis de emoção. Tudo bem, é desenho animado, e com certeza as crianças irão se divertir horrores. Mas esse é, principalmente, um filme pra gente grande, com tudo a que temos direito. Simplesmente excepcional.</p>
<p>O primeiro longa-metragem da Pixar, quando ainda era associada à Steve – <em>Apple</em> – Jobs, foi o primeiro <strong><em>“Toy Story”</em></strong>, de 1995. Quinze anos depois e mais um <strong><em>“Toy Story”</em></strong> – e segundo episódio foi levado às telas em 1999, como a primeira continuação de um desenho animado à ser exibida nos cinemas! – eles continuam rompendo barreiras. Se antes era o fato de inovar na animação digital, agora é o fato deste ser o primeiro filme animado da produtora feito inteiramente em sistema 3D – <strong><em><a href="http://www.cineronda.com.br/bolt-supercao" target="_self">“Bolt Supercão”</a></em></strong> e <strong><em><a href="http://www.cineronda.com.br/up-altas-aventuras" target="_self">“Up”</a></em></strong> foram feitos de modo tradicional e adaptados posteriormente. Não que isso faça muita diferença – quem for conferir o novo trabalho no antigo formato 2D não irá se decepcionar, e os que compararem as duas versões (é certo que o verei mais de uma vez!) não encontrarão muitas diferenças. O 3D aqui empregado é muito mais orgânico, no sentido de criar ambientes e cenários com maior profundidade e verossímeis, mas sem o uso exagerado de efeitos que ‘explodem’ na cara do espectador.</p>
<p>A trama de <strong><em>“Toy Story 3”</em></strong> também se passa uma década e meia após a primeira aventura dos bonecos Woody (voz de Tom Hanks) e Buzz (voz <img class="alignleft size-medium wp-image-5165" src="http://www.cineronda.com.br/wp-content/uploads/2010/06/toy-story-3-empire-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" />de Tim Allen). Agora o dono deles, Andy, não é mais um menino, e sim um adolescente prestes a deixar a casa da família e ir para a faculdade. E o que acontecerá com os antigos brinquedos dele? Irão para o sótão, serão vendidos numa feira de garagem ou, pior ainda, simplesmente jogados fora? Dentre tantas possibilidades terríveis, nada poderia ser pior do que acaba acontecendo: eles são doados a uma creche! Ao chegaram imaginam ter encontrado a solução dos seus problemas – afinal, terão crianças sempre por perto para brincarem! Mas logo descobrem que as coisas não são tão simples assim, e que na verdade se encontram presos em um lugar comandado por um ditador em formato de ursinho de pelúcia, condenados a serem abusados e maltratados por bebês até o fim de seus dias! E, para fugir desse destino trágico, terão que se unir como nunca antes!</p>
<p>As referências na elaboração do roteiro são as mais variadas possíveis, e vão desde clássicos como <strong><em>“Fugindo do Inferno”</em></strong> (1963) até sucessos recentes, como o oscarizado <strong><em>“Senhor dos Anéis”</em></strong> (2001-3)! As personalidades de cada um dos brinquedos são exploradas com grande riqueza de detalhes, e os novos personagens são tão fascinantes quanto os velhos conhecidos. Há piadas por todos os lados, muitas com duplo sentido, e os momentos de tensão e nervosismo não são evitados. É praticamente impossível não chorar copiosamente com a brilhante solução apresentada. O novato diretor Lee Unkrich deixa de lado qualquer apreensão por ser esta sua primeira experiência como realizador, mostrando ter aprendido muito enquanto esteve como assistente de produções como <strong><em>“Procurando Nemo”</em></strong> e <strong><em>“Monstros S.A.”</em></strong>! E por fim temos um novo clássico, uma obra atemporal, envolvente e que, além do fato de ser absolutamente incapaz de decepcionar, é capaz de proporcionar inesquecíveis momentos de júbilo e consagração!</p>
<p><em>Toy Story 3</em>, EUA, 2010<br />
De Lee Unkrich<br />
Com as vozes de Tom Hanks, Tim Allen, Joan Cusack, Ned Beatty, Don Rickles, Michael Keaton, Wallace Shawn, Estelle Harris, John Morris, Laurie Metcalf</p>
<p><strong>(nota 9,5)</strong></p>
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		<title>“Kick-Ass – Quebrando Tudo”</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 03:49:49 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5154" src="http://www.cineronda.com.br/wp-content/uploads/2010/06/kickass-film-still-01-300x207.jpg" alt="" width="300" height="207" /><strong><em>“Kick-Ass – Quebrando Tudo”</em></strong> é mais uma dentre tantas adaptações de histórias em quadrinhos, estilo que de alguns anos para cá se tornou um gênero próprio. Porém este filme é, também, muito mais do que isso. É, acima de tudo, um dos melhores já feitos tendo como premissa o universo dos super-heróis<span id="more-5153"></span>. E olha que isso significa muita coisa, afinal estamos nos referindo a um universo que abrange personagens icônicos como Batman, Homem-Aranha, Superman e os X-Men! Mas Kick-Ass, o protagonista, se difere de todos estes por dois motivos principais: sua ingenuidade e o tom pop exagerado que a narrativa assume desde o início. É como se Bryan Singer, Sam Raimi ou Christopher Nolan tivessem sido cruzados com Quentin Tarantino, Guy Ritchie ou Kevin Smith! E o resultado é muito bacana!</p>
<p>Talvez o principal nome por trás de <strong><em>“Kick-Ass”</em></strong> seja o do mega-astro Brad Pitt, que assina o longa como produtor. A participação dele foi fundamental para que essa <em>comic</em> ganhasse a tela grande. Mas ela é criação de outro gigante, porém de outra mídia – as Histórias em Quadrinhos: John Romita Jr. Ele, ao lado de Mark Millar, injetou um novo ânimo nos gibis de todos esses já citados e em mais uma penca de outros, como Hulk, Homem de Ferro e Demolidor, para citar alguns dos mais conhecidos. <strong><em>“Kick-Ass”</em></strong> nasceu como um projeto alternativo, longe das grandes editoras, e talvez por isso mesmo com muito mais liberdade e ousadia. E essa combinação não só é perfeita como explosiva e muito necessária.</p>
<p>Dave (Aaron Johnson, que interpretou o jovem Edward Norton em <em><strong>“O Ilusionista”</strong></em>) é um adolescente comum, levando uma vida ordinária em <img class="alignleft size-medium wp-image-5155" src="http://www.cineronda.com.br/wp-content/uploads/2010/06/kickass2_gallery_primary-300x207.jpg" alt="" width="300" height="207" />Nova York. Até o dia em que ele se pergunta: “<em>como ninguém pensou antes em ser um super-herói?</em>” A falta de superpoderes não parece enfraquecer sua iniciativa, até porque ele acredita que a única coisa que importa é justamente isso: força de vontade! Ou seja, querer fazer diferença na vida dos outros. Com um figurino improvisado com roupas de mergulho e botas amarelas, ele decide sair às ruas para lutar contra o crime e a injustiça. O que ele não imaginava é que acabaria se metendo no meio de uma briga de gente grande, incomodando um grande chefão das drogas (Mark Strong, de <strong><em><a href="http://www.cineronda.com.br/sherlock-holmes" target="_self">“Sherlock Holmes”</a></em></strong>) e provocando o surgimento de outros justiceiros: Big Daddy (Nicolas Cage, num dos seus melhores trabalhos em muito tempo), Hit Girl (Chloë Grace Moretz, de <strong><em>“(500) Dias com Ela”</em></strong>) e Red Mist (Christopher Mintz-Plasse, de <em><strong>“Superbad”</strong></em>).</p>
<p>Com um orçamento bem abaixo dos padrões hollywoodianos, inferior aos US$ 30 milhões, <strong><em>“Kick-Ass”</em></strong> conseguiu faturar em todo o mundo mais do que o dobro deste valor, credenciando o diretor Matthew Vaughn (<strong><em>“Stardust”</em></strong>) a comandar sua primeira superprodução: <strong><em>“X-Men: First Class”</em></strong>, com previsão de estreia para 2011 e que deverá contar o início dos heróis mutantes da Marvel. E para isso ele só precisou investir numa trama descomplicada, que abusa dos clichês, mas se render a eles – ao contrário, usa-os a seu favor, com muito bom humor, uma impressionante sinceridade, violência cartunesca e uma conclusão que felizmente deixa portas escancaradas para a continuação, que se tudo der certo chega aos cinemas daqui a dois anos. Sinal de vida inteligente no fim do túnel.</p>
<p><em>Kick-Ass</em>, EUA/Inglaterra, 2010<br />
De Matthew Vaughn<br />
Com Aaron Johnson, Clark Duke, Evan Peters, Lyndsy Fonseca, Christopher Mintz-Plasse, Mark Strong, Chlöe Grace Moretz, Nicolas Cage</p>
<p><strong>(nota 8)</strong></p>
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		<title>“Esquadrão Classe A”</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Jun 2010 19:13:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robledo Milani</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5143" src="http://www.cineronda.com.br/wp-content/uploads/2010/06/2010_the_a-team_001-300x209.jpg" alt="" width="300" height="209" />A série de televisão <strong><em>“Esquadrão Classe A”</em></strong> fez muito sucesso nos anos 80, tanto nos Estados Unidos como no Brasil. Mas, apesar dos fãs e da popularidade, nunca foi motivo de culto ou adoração, como tantas outras. Por isso a surpresa quando foi anunciado que uma versão cinematográfica, mais de 20 anos depois, seria produzida. E o espanto continua até o momento em que a conferimos agora, na telona: o filme é muito melhor do que se poderia esperar<span id="more-5142"></span>! Claro aqui que tem tudo que é esperado – explosões inacreditáveis, efeitos especiais de última geração, reviravoltas mirabolantes, enredos improváveis – mas com um diferencial muito importante: um bom humor contagiante!</p>
<p>O tal Time A (do título original, <em>The A-Team</em>) é formado por quatro ex-oficiais do exército americano que agem clandestinamente, mas sempre em luta da verdade e da justiça – óbvio! Eles foram injustiçados por uma armação, e enquanto não conseguem provar que são inocentes, seguem atuando independente da aprovação das autoridades. Se essa explicação era o ponto de partida do programa televisivo, agora ocupa toda a trama do filme, que se preocupa basicamente em esclarecer quem são esses quatro personagens, como se uniram e o que passaram até chegar onde estão. É o típico filme de origem, que mostra ‘<em>como tudo começou’</em>. E como o resultado é bastante satisfatório, pode apostar que uma série de continuações já deve estar programada.</p>
<p><em><strong>“Esquadrão Classe A”</strong></em>, que contou com a direção de Joe Carnahan, conhecido pelo policial <strong><em>“Narc”</em></strong>, é só mais um dentre uma lista de remakes <img class="alignleft size-medium wp-image-5144" src="http://www.cineronda.com.br/wp-content/uploads/2010/06/a_team_bradley_cooper-535x356-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" />de antigos seriados de televisão que estão sendo levados para a tela grande. Até o momento já tivemos <strong><em>“Missão Impossível”</em></strong> e <strong><em>“As Panteras”</em></strong> como exemplos mais bem sucedidos (e o novo filme é uma boa combinação entre os dois, com ação e graça equivalentes). Mas houve também uma série de decepções, como <strong><em>“S.W.A.T.”</em></strong>, <strong><em>“Miami Vice”</em></strong>, <strong><em>“Starsky &amp; Hutch”</em></strong>, <strong><em>“Sou Espião”</em></strong>, <strong><em>“Mod Squad”</em></strong>, <strong><em>“Os Gatões”</em></strong> e <em><strong><a href="http://www.cineronda.com.br/gi-joe-a-origem-de-cobra" target="_self">“G.I.Joe”</a></strong></em>, todos com uma performance nas bilheterias bem aquém do esperado. E o próximo capítulo será com o novo <strong><em>“Karatê Kid”</em></strong>, previsto para estrear em breve e com o filho do Will Smith como protagonista. Ou seja, é uma moda nem um pouco passageira, pelo visto.</p>
<p>À frente do elenco de <strong><em>“Esquadrão Classe A”</em></strong> está o <em>workaholic</em> Liam Neeson (que neste ano já estrelou o drama <strong><em>“O Preço da Traição”</em></strong> e a aventura <strong><em>“Fúria de Titãs”</em></strong>), que comanda a equipe formada por Bradley Cooper (<strong><em><a href="http://www.cineronda.com.br/se-beber-nao-case" target="_self">“Se Beber Não Case”</a></em></strong>), Sharlto Copley (<strong><em><a href="http://www.cineronda.com.br/distrito-9" target="_self">“Distrito 9”</a></em></strong>) e Quinton ‘Rampage’ Jackson, este último como o emblemático ‘<em>B.A.</em>’. Como contraponto está a bela Jessica Biel (<strong><em><a href="http://www.cineronda.com.br/eu-os-declaro-marido-e-larry" target="_self">“Eu os Declaro Marido e&#8230; Larry!”</a></em></strong>), que de mocinha indefesa não tem nada. Mas se ela parece completamente equivocada em seu papel de tira durona, os quatro protagonistas respondem bem à responsabilidade que assumiram. E assim nos entregam um filme que não ficará na memória de ninguém, mas que ao mesmo tempo garante a qualquer espectador duas horas de muitas risadas e diversão. E às vezes isso é tudo o que queremos.</p>
<p>The A-Team, EUA, 2010<br />
De Joe Carnahan<br />
Com Liam Neeson, Bradley Cooper, Jessica Biel, Quinton ‘Rampage’ Jackson, Sharlto Copley, Gerald McRaney, Henry Czerny, Brian Bloom</p>
<p><strong>(nota 7)</strong></p>
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		<title>“Sex and the City 2”</title>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 21:57:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robledo Milani</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5132" src="http://www.cineronda.com.br/wp-content/uploads/2010/05/sex-and-the-city-2-movie-reviewjpg-6eb9aab07f3c17d0_large-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" />Muito mais glamour, festas, charme, viagens, as melhores marcas, cenários deslumbrantes, vestidos de deixar qualquer uma de queixo caído e agitos imperdíveis é o que promete <em><strong>“Sex and the City 2”</strong></em>. Mas o que acontece quando o filme falha em apresentar justamente o que lhe deu seu maior carisma: ‘sexo’ e ‘cidade’?<span id="more-5131"></span> Neste novo reencontro das quatro melhores amigas novaiorquinas, há de tudo um pouco, menos o essencial. Primeiro porque três delas estão muito bem casadas – e talvez isso signifique falta de sexo, já que nenhuma delas aparece transando em cena. E a quarta – Samantha, que sempre foi a mais liberal – passa mais tempo reclamando da idade do que partindo para a ação – ela até protagoniza dois encontros ‘calientes’, mas ainda assim é pouco diante do histórico da moça. Agora, difícil mesmo é suportar a ausência da quinta protagonista: New York! Mais da metade da trama se passa no outro lado do mundo, mais precisamente em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes. E fora do ambiente natural delas, parte da magia também se desfaz.</p>
<p><em><strong>“Sex and the City 2”</strong></em> não apresenta nenhuma justificativa – em longos 146 minutos – para sua existência. Todo aquele papo tão comum entre estrelas, diretores e produtores, de que ‘<em>para se fazer um novo filme o fundamental é uma boa história’</em>, aqui não se aplica – afinal, não há enredo algum! Tudo é mera desculpa para um desfile de figurinos estonteantes – e absolutamente improváveis – piadas recicladas, e, acima de tudo, propaganda. Afinal, <strong><em><a href="http://www.cineronda.com.br/sex-and-the-city-%e2%80%93-o-filme" target="_self">“Sex and the City”</a></em></strong> é sinônimo de fashion, moderno, de tudo que há de mais antenado no mundo da moda. Como resultado temos algo muito mais gay do que feminino. Ok, as quatro ainda estão lá. Mas o que realmente importa não é o que elas sentem – suas motivações internas são tão patéticas a ponto de serem risíveis – e sim o que vestem, compram, presenteiam ou visitam.</p>
<p>Mesmo assim, vamos ao argumento básico: após dois anos de casamento com Mr. Big (Chris Noth), Carrie (Sarah <img class="alignleft size-medium wp-image-5133" src="http://www.cineronda.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Sex_City_davis_p_664982gm-e-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" />Jessica Parker) começa a reclamar da monotonia da vida em casal. Miranda (Cynthia Nixon) está com um novo chefe insuportável, e isso está tirando toda a alegria dela com o trabalho. Charlotte (Kristin Davis) não tem lidado muito bem com o stress de ser mãe de duas meninas pequenas, além do ciúme com a babá gostosona. E Samantha (Kim Cattrall)&#8230; bem, essa continua igual. Apenas mais velha – o que pra ela é um problema e tanto. Sem muito o que fazer, as quatro decidem ir para o meio do deserto, a convite de um sheik milionário que bancou o último filme do astro Smith Jerrod (Jason Lewis), o ex de Sam. Lá as coisas complicam um pouco quando Carrie se depara com Aidan (John Corbett, de <em><strong>“Casamento Grego”</strong></em>), e após um jantar romântico a dois&#8230; bem, dá pra imaginar o que acontece!</p>
<p>Mas esse aparente ‘nada’ absoluto não significa que <em><strong>“Sex and the City 2”</strong></em> seja chato. Aliás, muito pelo contrário. É divertidíssimo! Chega a ser impressionante o quão bem eles conseguiram disfarçar a ausência de uma história mais consistente, que realmente nos conduzisse a algum lugar. As quatro personagens estão mais unidas, e se parecem muito mais com aquelas a que nos acostumamos a ver na série de televisão, ao contrário do que foi mostrado no filme anterior. Há, sim, ótimos momentos – afinal, não é todo dia que podemos nos deliciar com Liza Minelli cantando (e dançando) “<em>Single Ladies</em>”, da Beyoncé! – e sequências que são um verdadeiro sonho. E se tudo é mera desculpa para nos depararmos mais uma vez com velhas e conhecidas amigas, ao menos a diversão é garantida. Pode faltar sexo e cidade, mas sobram boas risadas, muita espumante e eventos de tirar o fôlego de qualquer desavisado. Alguma dúvida de que um terceiro episódio já foi encomendado? Afinal, ainda há muito comercial a ser feito!</p>
<p><em>Sex and the City 2</em>, EUA, 2010<br />
De Michael Patrick King<br />
Com Sarah Jessica Parker, Kim Cattrall, Kristin Davis, Cynthia Nixon, Chris Noth, Evan Handler, David Eigenberg, Jason Lewis, Mario Cantone, Willie Garson, John Corbett, Liza Minelli, Penelope Cruz, Miley Cyrus</p>
<p><strong>(nota 7)</strong></p>
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		<title>“Robin Hood”</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 04:59:43 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5126" src="http://www.cineronda.com.br/wp-content/uploads/2010/05/robin-hood-russel-crowe-300-ridley-scott-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" />Assim como <a href="http://www.cineronda.com.br/sherlock-holmes" target="_self">Sherlock Holmes </a>e Jack, O Estripador, Robin Hood é um dos personagens criados pela ficção inglesa que mais vezes foram adaptados para o cinema. E após versões consagradas por Errol Flynn, Kevin Costner e até mesmo numa animação Disney, é a vez de <strong><em>“Robin Hood”</em></strong> chegar até nós através da visão de Ridley Scott e Russell Crowe<span id="more-5125"></span>. Só que dessa vez a mesma dupla por trás dos intensos <em><strong><a href="http://www.cineronda.com.br/rede-de-mentiras" target="_self">“Rede de Mentiras”</a></strong></em> e <em><strong>“O Gângster”</strong></em> (além do leve <em><strong>“Um Bom Ano”</strong></em>) resolveu retomar o espírito do filme que os colocou lado a lado pela primeira vez, o oscarizado <em><strong>“Gladiador”</strong></em>. Assim, o que temos é um Robin muito mais viril e realista, sempre envolvido em grandes cenas de ação e em feitos históricos, porém longe da lenda que nos acostumamos a ouvir. Ele ainda ‘<em>rouba dos ricos para dar aos pobres’</em>, mas agora isso é muito mais uma consequência do que uma meta.</p>
<p>Talvez o maior mérito dessa ‘reinvenção’ do mito se deva ao roteirista Brian Helgeland (vencedor do Oscar por <strong><em>“Los Angeles – Cidade Proibida”</em></strong>), que investe num thriller calcado em fatos verídicos, porém conduzido por um ser fictício. Hood nunca existiu, mas nessa versão ele bem que poderia ser um dos mais importantes heróis da história da Inglaterra! O enredo é construído de forma a colocá-lo em momentos relevantes na formação do povo inglês, provocando um sentimento de dúvida quando percebemos que tudo não se passa de uma fantasia. Mais ou menos como Tarantino fez em <em><strong><a href="http://www.cineronda.com.br/bastardos-inglorios" target="_self">“Bastardos Inglórios”</a></strong></em>, recriando o passado a seu modo. Mas se esse combinava ironia com sarcasmo, Scott abusa da adrenalina, deixando num segundo plano a reflexão e a discussão destas novas e possíveis repercussões.</p>
<p>Ridley Scott é um mestre do cinema de aventura, e isso ninguém discute. Porém seus filmes sempre ficam a um passo de se tornarem <img class="alignleft size-medium wp-image-5127" src="http://www.cineronda.com.br/wp-content/uploads/2010/05/robinhoodtrailer-300x189.jpg" alt="" width="300" height="189" />inesquecíveis. Tudo bem que ele já nos entregou o primeiro <strong><em>“Alien, O Oitavo Passageiro”</em></strong>, <em><strong>“Blade Runner”</strong></em> e <em><strong>“Thelma &amp; Louise”</strong></em>, mas seu currículo apresenta também os dispensáveis <strong><em>“Tormenta”</em></strong>, <strong><em>“Até o Limite da Honra”</em></strong> e <strong><em>“Hannibal”</em></strong>, entre tantos outros. Este novo <strong><em>“Robin Hood”</em></strong>, no entanto, está no meio do caminho entre estes dois extremos. É um ótimo filme, tecnicamente perfeito, com excelentes intérpretes e uma direção precisa. Porém carece do mais importante: emoção. Os dois protagonistas – os fantásticos Crowe (perfeito no papel, apesar da idade) e Cate Blanchett (sempre acima da média) – mesmo com todos os méritos que apresentam, não possuem a menor química juntos. E sem acreditar no romance entre Robin e Lady Marian, o que nos resta? A luta do bom bandido em nome dos fracos, certo? Bem, aqui ele passa a maior parte do tempo lutando ao lado do Rei da Inglaterra (primeiro Ricardo, depois João), e só no final de tudo é que se torna fora-da-lei (ops! Mas isso todo mundo já sabe que, cedo ou tarde, aconteceria, não é mesmo?). Ou seja, as mudanças foram tão grandes e evidentes que tudo o que se sabe sobre Robin Hood está quase irreconhecível. É, na verdade, não uma releitura da trama que nos habituamos a conhecer, e sim um prequel, um ‘antes’.</p>
<p>Mas, a despeito de qualquer surpresa decepcionante, <em><strong>“Robin Hood”</strong></em> se firma como um dos grandes filmes desse início de ano, ao lado de obras como <strong><em>“A Ilha do Medo”</em></strong> (Scorsese) e <strong><em>“Alice no País das Maravilhas”</em></strong> (Burton), trabalhos que também frustram em alguns aspectos, mesmo sem deixarem de serem reconhecidos como autorais e diferenciados. São produtos cinematográficos que visam um mercado em constante atualização, que pede por novidades ao mesmo tempo em que exige visitar lugares seguros. Então, se a embalagem não surpreende, ao menos o recheio busca por um novo conteúdo. Cabe ao espectador decidir se o que encontrou está de acordo com o esperado. Talvez um pouco pra mais, ou um pouco pra menos. Mas ainda assim, é inegável o fato de que estamos tratando de um passatempo de qualidade.</p>
<p><em>Robin Hood</em>, EUA/Inglaterra, 2010<br />
De Ridley Scott<br />
Com Russell Crowe, Cate Blanchett, Max Von Sydow, Willliam Hurt, Mark Strong, Oscar Isaac, Danny Huston, Eileen Atkins, Mark Addy, Matthew Macfadyen, Kevin Durand, Scott Grimes, Léa Seydoux</p>
<p><strong>(nota 7)</strong></p>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 04:19:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[“Viajo porque preciso, volto porque te amo” é um filme que abusa da poesia e da criatividade para falar mais com o sentimento do que com a razão...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5115" src="http://www.cineronda.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Volto-porque-preciso-volto-porque-te-amo-10-300x184.jpg" alt="" width="300" height="184" />Dois dos maiores nomes do novo cinema nacional se uniram num projeto que pode ser chamado de tudo, menos de convencional. E o resultado é <em><strong>“Viajo porque preciso, volto porque te amo”</strong></em>, um filme que abusa da poesia e da criatividade para falar mais com o sentimento do que com a razão<span id="more-5114"></span>. Uma aposta arriscada, pois não serão poucos os que se sentirão frustrados ao término da sessão, sem conseguir organizar todas as ideias dispostas pelo roteiro. Mas os que conseguirem absorver essa mensagem que fala de liberdade e solidão terão consigo não somente uma bela história de amor, mas também um sensível relato sobre como reinventar-se a cada nova derrota – e consequente renascer.</p>
<p>Os responsáveis por <em><strong>“Viajo porque preciso, volto porque te amo”</strong></em> são os diretores e roteiristas Marcelo Gomes e Karim Ainouz. Os dois sempre estiveram juntos, um colaborando no trabalho do outro, produzindo e ajudando sempre que preciso fosse. Gomes entregou o premiado <em><strong>“Cinema, Aspirinas e Urubus”</strong></em> (que revelou João Miguel), enquanto que Ainouz realizou os igualmente ótimos <strong><em>“Madame Satã”</em></strong> (que revelou Lázaro Ramos) e <strong><em>“O Céu de Suely”</em></strong> (que revelou Hermila Guedes). Ainouz escreveu e produziu também <em><strong>“Cinema, Aspirina e Urubus”</strong></em>, além de ter participado dos roteiros de <em><strong>“Cidade Baixa”</strong></em> (Sérgio Machado, 2005) e <em><strong>“Abril Despedaçado”</strong></em> (Walter Salles, 2001), enquanto que Gomes foi autor do texto de <em><strong>“Madame Satã”</strong></em>. Ou seja, são dois artistas influentes, ativos e representantes do cinema que vem sendo feito no Brasil na última década. E outra coisa em comum que ambos compartilhavam era a vontade de fazer algo diferente do que vinha sendo feito até então. E foi olhando para o passado que conseguiram criar algo novo.</p>
<p><em><strong>“Viajo porque preciso, volto porque te amo”</strong></em> nasceu das recordações, memórias e lembranças que os próprios realizadores foram acumulando com o passar dos anos e com o desenvolvimento de suas obras. Cenas passageiras, imagens marcantes, rostos que não se apagavam. Tudo ia sendo coletado e colocado de lado, para não ser esquecido. Até o momento em que decidiram se unir e colocar uma ordem em todo este material. O que conseguiram foi um filme que mistura vídeo-arte com declaração de amor, poesia barata com ambições líricas, refinamento com breguice. Não é para todo mundo, mas somente para os que forem bem sucedidos na tarefa de identificar cada nova nuance e reconhecer as entrelinhas que nos movem durante o processo entre uma paixão desfeita e as esperanças geradas por um recomeçar.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5116" src="http://www.cineronda.com.br/wp-content/uploads/2010/05/viajo_porque_preciso_volto_porque_te_amo-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" />O protagonista de <strong><em>“Viajo porque preciso, volto porque te amo”</em></strong> é um geólogo que tem como missão analisar a viabilidade de um projeto no interior do sertão nordestino. O que ele decidir irá mudar consideravelmente a vida de milhares de pessoas. Mas e a vida dele, em que pé se encontra? Quando começamos a acompanhá-lo, no início de sua jornada, ele é só sentimento, sofrendo com a distância do amor que teve que deixar para trás. Mas aos poucos os limites do tempo passam a se confundir com as emoções, e cada vez mais vão se embaralhando com o que é fato e com o que é fantasia. Quem é a mulher que não está mais ao seu lado? Esse afastamento é somente físico ou também passional? Trata-se de um abandono por qual das duas partes? E se não há mais porque voltar, para onde prosseguir? São tantas as questões enfrentadas pelo nosso guia que poucas serão as decisões tomadas sem dúvidas.</p>
<p>Dois fatos são importantes durante o desenrolar do discurso de <em><strong>“Viajo porque preciso, volto porque te amo”</strong></em>: o fato de nunca vermos o rosto do condutor – não temos ideia dos seus olhos, das suas expressões, do seu linguajar corporal – e de só ouvirmos o que ele nos conta, sem presenciar suas interações com outros personagens. Temos que acreditar no que nos é dito, ou o princípio estará na própria desconfiança do espectador? Quem engana quem? E sem confiança, será possível compartilhar da dor exposta com tanta força durante o percurso? A solidão da estrada é só mais um comentário a respeito do quão difícil é, na verdade, lidarmos nós mesmos com os nossos demônios internos, e é curioso perceber que foi preciso dois autores para realizar algo tão íntimo e pessoal. Sinal de almas em perfeita sintonia. Quiçá essa ligação se estabeleça também no lado de cá da tela!</p>
<p><em>Viajo Porque Preciso, Volto Porque te Amo</em>, Brasil, 2010<br />
De Marcelo Gomes e Karim Ainouz<br />
Com Irandhir Santos</p>
<p><strong>(nota 7,5)</strong></p>
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		<title>“As Melhores Coisas do Mundo”</title>
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		<pubDate>Sat, 15 May 2010 04:19:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robledo Milani</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“As Melhores Coisas do Mundo” não é bom somente por um quesito ou outro. É o seu todo que conquista, mostrando que cinema nacional pode, sim, entreter e fazer pensar ao mesmo tempo, sem ser didático ou cansativo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5105" src="http://www.cineronda.com.br/wp-content/uploads/2010/05/as-melhores-coisas-do-mundo-5-300x207.jpg" alt="" width="300" height="207" />Talvez nos Estados Unidos seja mais raro encontrar uma boa diretora de cinema &#8211; afinal, somente agora, 82 anos depois, o Oscar foi premiar uma cineasta! Mas no Brasil o cenário é diferente. Há ótimas realizadoras por aqui, e um belo exemplo é Laís Bodanzky, que com o novo <strong><em>“As Melhores Coisas do Mundo”</em></strong> mostra mais uma vez seu impressionante talento<span id="more-5104"></span>. Depois do simpático e carinhoso <strong><em><a href="http://www.cineronda.com.br/chega-de-saudade" target="_self">“Chega de Saudade”</a></em></strong>, ela retoma o universo jovem visto em <strong><em>“Bicho de Sete Cabeças”</em></strong>, que marcou sua estreia em longa-metragem. Só que desta vez a intensidade é distribuída em vários dramas menores &#8211; mas não por isso menos interessantes. É um filme mais maduro, mesmo que isso possa soar contraditório, visto o tema em debate. E também mais acessível.</p>
<p>Baseado na série de livros <em>“Mano”</em>, de Gilberto Dimenstein e Heloísa Prieto, <em><strong>“As Melhores Coisas do Mundo”</strong></em> tem como ponto de vista o dia-a-dia do personagem principal, um adolescente que atravessa um momento de crise: seus pais estão se separando, o irmão mais velho está no meio de uma paixão avassaladora e ele próprio está caído de amores por uma garota que nem sabe que ele existe. Neste meio tempo, outros dramas típicos da idade vão cruzando seu caminho, como a descoberta da sexualidade, preconceitos, a verdadeira amizade, decisões profissionais, fidelidade e amor. Tudo embalado por um ritmo bastante dinâmico, com uma trilha sonora envolvente e um texto absurdamente fluente e naturalista.</p>
<p>A escolha das palavras que dão o tom em <em><strong>“As Melhores Coisas do Mundo”</strong></em> foi responsabilidade do parceiro &#8211; na vida e no trabalho &#8211; Luis <img class="alignleft size-medium wp-image-5106" src="http://www.cineronda.com.br/wp-content/uploads/2010/05/as_melhores_coisas_do_mundo_5-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" />Bolognesi, que colabora com Bodanzky desde o seu primeiro trabalho. Apesar de partirem da inspiração literária, os dois não se acomodaram e foram falar com o grupo que desejavam enfocar. Assim, visitaram diversas escolas da rede particular de São Paulo para melhor entendê-los, descobrir como falam, se comunicam, se relacionam. O melhor é que tudo isso é possível ser visto na tela, como se o espectador fosse mais um da turma. Dessa forma, tudo soa ainda mais verdadeiro. E este mérito é inegável. Se a diretora começou sua carreira na tela grande mostrando o inferno das drogas e como esse problema pode ser ainda maior numa família sem diálogo, seu segundo passo foi noutro sentido, elencando as alegrias e as tristezas da terceira idade. Agora, no entanto, ela parte de um período de formação para discutir as decisões que repercutem durante uma vida inteira. O resultado é ainda mais surpreendente.</p>
<p>Outro ponto positivo forte deste trabalho é o elenco, totalmente entregue à história. Dentre os protagonistas, o nome mais conhecido é o de Fiuk, filho do cantor Fábio Jr. e estrela da Rede Globo. Ele é também responsável por algumas das cenas mais pesadas dramaticamente, e se sai muito bem. Os demais são jovens selecionados através de testes, que felizmente aparecem em cena muito à vontade. Francisco Miguez, que faz o personagem principal, está particularmente convincente. Causam bons resultados também as participações especiais de atores mais tarimbados, como Denise Fraga (excelente em um personagem sério e profundo), Paulo Vilhena e Caio Blat. Mas <strong><em>“As Melhores Coisas do Mundo”</em></strong> não é bom somente por um quesito ou outro. É o seu todo que conquista, mostrando que cinema nacional pode, sim, entreter e fazer pensar ao mesmo tempo, sem ser didático ou cansativo. Aliás, muito pelo contrário. Temos aqui algo destinado aos mais diversos públicos. E é por eles que merece ser descoberto.</p>
<p><em>As Melhores Coisas do Mundo</em>, Brasil, 2010<br />
De Laís Bodanzky<br />
Com Francisco Miguez, Fiuk, Denise Fraga, Caio Blat, Paulo Vilhena, Gustavo Machado, Zécarlos Machado</p>
<p><strong>(nota 8,5)</strong></p>
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		<title>“Onde Vivem os Monstros”</title>
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		<pubDate>Thu, 13 May 2010 13:02:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robledo Milani</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5095" src="http://www.cineronda.com.br/wp-content/uploads/2010/05/wild-things1-300x185.jpg" alt="" width="300" height="185" />O diretor Spike Jonze entrou para o cenário hollywoodiano com dois filmes que apostavam na criatividade e na imaginação para conquistar o público. E depois de <strong><em>“Quero Ser John Malkovich”</em></strong> e <em><strong>“Adaptação”</strong></em>, <strong><em>“Onde Vivem os Monstros”</em></strong> pode parecer uma aposta um tanto arriscada, mas na verdade é nada mais do que uma demonstração do amadurecimento do cineasta<span id="more-5094"></span>. Ele continua inventivo e original em sua forma de abordar assuntos de interesse geral, porém agora com um foco ainda mais aprimorado.</p>
<p><em><strong>“Onde Vivem os Monstros”</strong></em> é baseado no livro infantil homônimo, escrito por Maurice Sendak décadas atrás. Neste meio tempo, mais de uma vez pensou-se em adaptar essa aventura mágica de grande sucesso para a tela grande, porém sem nunca ir até os finalmentes. Foi preciso que um cineasta diferenciado, acostumado com temas absolutamente adultos, resolvesse investir tempo e esforços para que a versão cinematográfica se tornasse realidade. E o melhor: a espera é mais do que justificada. O que vemos agora é algo sensível, comovente e ainda assim dono de características bem especiais, que a tornam ao mesmo tempo acessível aos pequenos e bastante comunicativa com um público de idade mais avançada. Ou seja, universal.</p>
<p>O protagonista de <em><strong>“Onde Vivem os Monstros”</strong></em> é um garoto, com aproximadamente 10 anos de idade, em plena crise. O pai é ausente, a mãe <img class="alignleft size-medium wp-image-5096" src="http://www.cineronda.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Where-the-Wild-Things-Are1-300x179.jpg" alt="" width="300" height="179" />está sempre ocupada entre o trabalho e o novo namorado, a irmã não tem paciência, os colegas estão distantes. Num dia em que a crise se agrava, motivado por um castigo que considera injusto, ele decide sair de casa correndo, sozinho. A partir desse momento os limites entre realidade e fantasia passam a se embaralhar. É quando a criatividade da criança ganha forma e imagem. O menino não é mais solitário, pois cria para si mesmo um mundo povoado por criaturas aparentemente monstruosas, mas que não são nada mais do que representações dos sentimentos contraditórios que ele mesmo enfrenta em casa e nas relações que o cercam. Há o carinho, a raiva, a paixão, o interesse, o descaso, a fúria, o orgulho, a solidariedade. Cada um encarnado por um tipo diferente, mas que combinados simbolizam com perfeição tudo o que se passa dentro dele, seus pensamentos, dúvidas e angústias.</p>
<p><em><strong>“Onde Vivem os Monstros”</strong></em> é um filme infantil, e não é. É uma obra para adultos, e não é. É uma ode à imaginação infantil, mas é também uma lição de vida e sabedoria. É fantasia, é encantamento, é educação, é alegria e tristeza. Mais real impossível, mais mágico é difícil visualizar. Somente um autor como Spike Jonze para tornar viável um conto de amor e esperança como esse, sem deixar de lado do doce-amargo que nos acompanha desde os primeiros anos, mostrando que ao lado de cada conquista há uma derrota, cada suspiro precisa de um fôlego que o justifique, cada debate necessita de uma lógica que o sustente. E é de pequeno que aprendemos essas leis naturais. Não importa a idade quando finalmente a aceitamos como verdade. Hoje, ontem, amanhã e sempre. Tanto na tela grande como no nosso dia a dia.</p>
<p><em>Where the Wild Things Are</em>, EUA, 2009<br />
De Spike Jonze<br />
Com Max Records, Catherine Keener, Mark Ruffalo e as vozes de James Gandolfini, Paul Dano, Catherine O’Hara, Forest Whitaker</p>
<p><strong>(nota 9)</strong></p>
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