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Archive for the ‘10º FICA’ Category

Vencedores do 10º FICA

sábado, junho 14th, 2008 |

Rubens Ewald F. na premiação do 10º FICASegue abaixo a lista completa dos vencedores do 10º FICA – Festival Internacional de Cinema e Vídeo, que aconteceu aqui na Cidade de Goiás, GO. Apesar de ter começado no dia 10 e terminar oficialmente somente no dia 15, a entrega dos prêmios aconteceu no dia 14, sábado, pela manhã.

Troféu Cora Coralina – Melhor Obra do Festival: “Jaglavak, O Príncipe dos Insetos”, de Jerôme Raynaud (FRA)

Prêmio Especial do Júri: “Veludo Vermelho”, de Klaus Reisinger (FRA)

Troféu Carmo Bernardes – Melhor Longa: “Delta, o jogo sujo do petróleo”, de Yorgos Avgeropoulos (GRE) e “Sumidouro”, de Cris Azzi (BRA)

Troféu Jesco Puttkamer – Melhor Média: “Batida na Floresta”, de Adrian Cowell (ING/BRA)

Troféu Acary Passos – Melhor Curta: “Zona de Diluição Inicial”, de Antoine Boutet (FRA)

Troféu Bernardo Elis – Melhor Série TV: “Lições Tardias para Avisos Antecipados”, de Jakob Gottschau (DIN)

Troféu José Petrillo – Melhor Produção Goiana: “Subpapéis”, de Luiz Eduardo Jorge (BRA)

Troféu João Bênnio – Melhor Produção Goiana: “Benzeduras”, de Adriana Rodrigues (BRA)

Troféu Luiz Gonzaga Soares – Júri Popular: “Lições Tardias para Avisos Antecipados”, de Jakob Gottschau (DIN)

Troféu Imprensa – Prêmio da Crítica: “Batida na Floresta”, de Adrian Cowell (ING/BRA)

Crédito: em foto de Cida Carneiro, o crítico de cinema Rubens Ewald Filho (um dos destaques da premiação) entrega o prêmio a um dos vencedores.

Turismo na Cidade de Goiás

sábado, junho 14th, 2008 |

Museu Casa de Cora CoralinaFestivais de cinema são ótimas ocasiões não só para vermos filmes alternativos, raros e curiosos, conhecer novas pessoas  e estabelecer contatos – é também uma grande oportunidade para se visitar lugares que, se fosse de outra forma, você talvez nunca viesse a conhecer. É o meu caso aqui na Cidade de Goiás. Confesso minha ignorância: até ser convidado para o 10º FICA nunca tinha sequer ouvido falar desta cidade! E cada nova descoberta aqui está valendo o tempo e o esforço da viagem!

Meu primeiro impulso turístico aqui na Cidade de Goiás foi visitar o Museu Casa de Cora Coralina (imagem ao lado), a famosa poetisa nascida aqui nesta que foi a primeira capital do Estado de Goiás. A dica veio de um amigo querido e colega aqui no CineRonda, o Liandro Lindner. Quando disse para ele que estava vindo para cá, foi mais do que rápido em recomendar: “ir à Goiás e não visitar a Casa de Cora Coralina é uma visita incompleta!”. Então tã, lá fui eu!

O tal museu não passa da casa onde Cora Coralina nasceu e morreu – neste meio tempo, morou em São Paulo. Uma guia muito simpática me colocou a par da história desta que é uma das mais respeitadas e reconhecidas escritoras brasileiras.

Ana Lins começou a escrever com 14 anos, mas logo foi proibida pela mãe (estamos na virada do século XX). Decidida a não desistir deste sonho, ainda adolescente foge com o homem que viria a ser seu marido, visando principalmente escapar da guarda materna. Mas ela não esperava que o esposo também iria proibi-la dos ímpetos autorais. Assim, aos 28 anos, começou a publicar numa revista feminina sob o pseudônimo de ‘Cora Coralina’ (“Cora” de “coragem”, “Coralina” de “Vermelho”, do Rio Vermelho que corre ao lado da sua casa). Ficou viúva antes dos 40 anos, mas como tinha 4 filhos para criar, não lhe sobrava muito tempo para a criação literária.

Certo dia o poeta Carlos Drummond de Andrade prestou atenção nos escritos dessa tal Cora Coralina, e resolveu ir atrás para conhecê-la. Esta jornada levou algum tempo – quase 40 anos! – e Cora (não mais Ana) conseguiu, através da ajuda de Drummond, publicar seu primeiro livro aos 75 anos de idade! Como morreu em 1985, aos 95 anos, teve ainda duas décadas para se dedicar somente a produção criativa, período este em que recebeu todas as honrarias nacionais possíveis. Faleceu consagrada, e feliz por ter, finalmente, atingido o tão almejado sonho da infância.

Cora Coralina espera por você!O visitante já se depara com uma Cora na janela, recebendo-o com um sorriso (ao lado). Dentro da casa podemos observar premiações, livros, objetos, poltronas, vestidos, como ela levava sua vida e o que fazia. Na virada de 2000 para 2001 uma enchente quase acabou com o acervo (o alagamento foi superior a 1 metro de altura!), mas uma restauração cuidadosa conseguiu recuperar a maior parte dos materiais, e hoje saímos do Museu felizes com o estado de sua preservação!

Meu passeio pela Cidade de Goiás continuou no dia seguinte, quando um grupo de jornalistas foi levado para conhecer os arredores da cidade. Chegamos a ir inclusive a uma cachoeira, onde muitos se aventuraram a tomar banho e arriscar uns mergulhos. Muito sol, temperatura gostosa, acima dos 30 graus, e um ambiente gostoso, ao lado de amigos e novos conhecidos. Quer melhor? Venha para o FICA!

Turma de Peso

sábado, junho 14th, 2008 |

Vladimir Carvalho, mestre do cinema nacionalAo sair da minha primeira sessão de filmes aqui no FICA, me deparei de imediato com uma turma de peso no cenário cinematográfico nacional. Estavam reunidos, lado a lado na frente do Cine São Joaquim, quatro importantes nomes da atual produção brasileira: Vladimir Carvalho (imagem ao lado), Evaldo Mocarzel, Kiko Koifman e João Batista de Andrade. Não é qualquer festival que consegue reunir um grupo como esse!

Vladimir, Evaldo e João fazem parte do júri oficial, ao lado de nomes como André Trigueiro (jornalista, apresentador da Globo News), Daniele Gaglianone (cineasta italiano), Laerte Guimarães (pesquisador e doutor em ciências ambientais) e Philippe Dubois (francês, professor da Sorbonne e autor de artigos e ensaios sobre cinema). Já Kiko, como já comentei antes, está por aqui participando de debates, como convidado especial.

Os quatro eu já tive oportunidade de entrevistar em ocasiões anteriores. Vladimir nos festivais de Brasília (em 2006, quando concorreu com “O Engenho de Zé Lins”) e em Gramado (em 2007, quando foi um dos homenageados). É uma figura ímpar, uma pessoa querida, simpática e muito inteligente. Sempre é um imenso prazer conversar com ele. Evaldo eu conheço de longa data. Ele já participou do Festival de Gramado em mais de uma ocasião, com filmes como “Do Luto à Luta” e “À Margem da Imagem”, sempre obtendo bons resultados de público e crítica. Em Brasília (2006) conversei com ele sobre “Jardim Ângela”, longa que permanece inédito no circuito comercial. O cara simplesmente não pára!

João Batista de Andrade, diretor de filmes como “Doramundo” (1977), “O Homem que Virou Suco” (1979), “O País dos Tenentes” (1986), “O Tronco” (1999) e “Veias e Vinhos” (2006), é um cineasta em constante atuação. De personalidade calma e serena, entende como poucos do riscado. Por fim Kiko Goifman é um maluco, no melhor dos sentidos. Diretor de filmes como o personalíssimo “33″ e o irregular “Atos dos Homens”, é um profissional que ainda não revelou todo o seu potencial.

Cacá Diegues, o grande homenageado deste 10º FICA, disse que o melhor dos festivais é a possibilidade de troca de idéias, filmes e projetos. Só por proporcionar um encontro como o que presenciei, o FICA 2008 já está mais do que justificado!

Afinal, filmes!

sábado, junho 14th, 2008 |

O indiozinho de \"Pajerama\"Como cheguei na quinta-feira, final da tarde, e morto de sono, fui direto dormir e só pude começar a me envolver nas atividades do FICA na sexta. Depois de um belo almoço no Restaurante Flor de Ipê (um dos melhores da cidade), uma passada aqui pelo centro de imprensa, de visitar o centro histórico (o Museu Casa de Cora Coralina eu comento depois) e entrar em várias lojinhas de artesanato, finalmente resolvi e concentrar e ir ao cinema. Afinal, estou num festival de cinema, não?

As mostras competitivas foram apresentadas em dois horários diários (14h30 – 17h30 e 18h-21h), de terça à sexta. Assim, me restou apenas esta última oportunidade de conferir os trabalhos na competição oficial. E os filmes que conferi, infelizmente, não me entusiasmaram.

O primeiro a ser apresentado foi “Sumidouro” (BRA), de Cris Azzi, documentário em vídeo digital de 71′ sobre o processo de migração de duas comunidades que desapareceram após a construção da Usina Hidrelétrica de Irapé, no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais. Além de longo e pouco original, a abordagem do tema é bastante pretensiosa e convencional. Não curti – aliás, me chateei!

Depois veio “Caça ao Vulcão” (ITA/FRA), de Tullio Bernabei, documentário em vídeo digital de 52′ sobre uma expedição no Mar Mediterrâneo, ao largo da costa da Sicília, que buscava comprovar a existência de um provável vulcão submarino e acaba descobrindo uma gigantesca seqüência com mais de 100 vulcões ainda ativos no fundo do mar. O tema é ótimo e desperta interesse, mas a forma como é levado à tela é péssima. Além de sensacionalista, com uma trilha exagerada e uma locução completamente equivocada, no final acaba desperdiçando o bom material numa falta de maiores conclusões. Uma lástima.

O terceiro era um representante de Goiás: “Subpapéis” (BRA), de Luiz Eduardo Jorge, documentário em vídeo digital de 18′. Premiado como Melhor Roteiro no Festcine 2007, que acontece em Goiânia, é “um mergulho nas proundezas da reciclagem do lixo urbano”. Interessante, porém pouco inovador. Apesar de levantar algumas questões curiosas, não se aprofunda em nenhuma delas.

O penúltimo competidor foi “Monkey Joy” (HOL/BRA), de Amir Admoni, animação em vídeo digital de 8′ co-produzida entre a Holanda e o Brasil. A história é bizarra e nonsense, e por isso tão divertida. Em Amsterdã, um novo produto – o Monkey Joy – vira coqueluxe (trata-se de um macaco em forma de Buda que dá umas risadinhas histriônicas, e a cada nova risada cresce um pouco, até ficar gigantesco e inconveniente). É uma óbvia crítica à sociedade de consumo, combinada com a paranóia da política anti-imigração européia. Um dos animadores, o paulista Fons Schiedon, veio no mesmo vôo que eu para Goiás, e pudemos conversar. É um cara novo e muito animado com a possibilidade de participar do seu primeiro festival de cinema. Tomara que o filme dele, que apesar de bem-humorado é um tanto bobinho, se saia bem na premiação.

\"2001\" versus \"Pajerama\"O último a ser apresentado foi o meu favorito: “Pajerama” (BRA), de Leonardo Cadaval, animação digital em 35mm de 9′ (imagens ao lado). Segundo o material do festival, é “uma fantasia sobre a perplexidade de um índio diante da invasão da floresta pelo mundo urbano, mas estas mesmas experiências estranhas vão lhe revelando mistérios de tempo e espaço”. Confesso que isso não ajuda muito, mas o resultado é melhor do que o esperado. Começa com uma citação de “2001 – Uma Odisséia no Espaço” e termina como um verdadeiro pesadelo eco-urbano. Muito interessante.

Apesar do FICA terminar somente no domingo, o anúncio dos vencedores já acontece no sábado pela manhã. Isso dá tempo para a exibição dos longas convidados no sábado à tarde (pretendo assistir “Chega de Saudade” e “Quilombo”, do Cacá Diegues) e de preparar as exibições dos Vencedores do 10º FICA, no domingo pela manhã e pela tarde. Assim, ao menos os melhores tenho certeza que conseguirei assistir!

12 horas até o FICA

sexta-feira, junho 13th, 2008 |

Cidade de GoiásExatamente isso. Passei por uma jornada de 12 horas para chegar ao Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental, que está acontecendo nesta semana aqui na Cidade de Goiás (imagem ao lado), interior do Estado de Goiás. Saí da minha casa às 5h da manhã, em Porto Alegre, e entrei no quarto da simpática Pousada do Sol, aqui na Cidade de Goiás, exatamente às 5h da tarde. O percurso foi longo, e até um pouco sofrido, mas parece ter valido o esforço.

Primeiro o vôo foi de Porto Alegre até São Paulo. Quase três horas de espera depois, outro vôo, agora de São Paulo até Goiânia. Nunca tinha estado na capital goiana, mas a primeira impressão foi bem positiva. Me pareceu ser uma cidade ampla, organizada e, ao mesmo tempo, com muito a ser feito ainda. Depois descobri que é uma capital jovem, então o que pensei não estava tão errado assim. De Goiânia até a Cidade de Goiás foram mais umas 2 horas e meia – de van! O interior de Goiás é outra aventura. Acho que nunca tinha estado tão no interior do Brasil como agora. Fantástico!

Visitar a Cidade de Goiás é como uma viagem no tempo. Caminhar por estas ruas estreitas, de chão de pedra, com uma arquitetura nitidamente secular, faz qualquer um pensar sobre nossa história e nosso passado. E é também o lugar perfeito para um festival tão original e bem bolado: aqui, cinema e meio ambiente são preocupações que andam lado a lado.

Vieram comigo de São Paulo o cineasta Kiko Goifman e o pesquisador, roteirista e cineasta Jean-Claude Bernardeth. O Kiko eu já entrevistei duas vezes, nos lançamentos dos filmes “33″ (muito bom, vale conhecer), que chegou a ser indicado ao Prêmio Guarani como Melhor Documentário em 2003 (se não me engano), e “Atos dos Homens”, que concorreu em Gramado há alguns anos. O Bernardeth eu também já entrevistei, em Porto Alegre, após participar de um curso por ele ministrado no Santander Cultural. São duas personalidades muito diferentes, e por incrível que pareça, complementares. Os dois acabam de fazer um filme juntos – Kiko dirigido, Jean-Claude atuando – e aqui no FICA participaram nesta sexta-feira pela manhã de um debate chamada “Café Cinematográfico: O Cinema Documentário Contemporâneo”. Se levarmos em conta que os dois acabaram de fazer um longa de ficção juntos, dá pra se ter uma idéia do quão interessante foi o papo deles!

Cena de \Cheguei aqui na Cidade de Goiás esperando encontrar amigos gaúchos: Carlos Gerbase ministrou o curso “Táticas de Guerrilha do Cinema Digital: produção, distribuição e exibição de filmes de baixíssimo orçamento” (certamente inspirado na experiência que ele teve com o lançamento de “3 Efes”, no ano passado), enquanto que a santa-mariense Carolina Berger apresentou o curta “Herança” (imagem ao lado) na mostra competitiva. Porém os dois já tinham ido embora quando cheguei!

O Gerbase é um mestre, todo mundo conhece seus trabalhos e não há muito mais a ser acrescentado. Já a Carolina, pra quem não conhece, é preciso dizer: ela é uma querida. Já fui colega dela num júri no Santa Maria Vídeo e Cinema, e este documentário dela é realmente muito bom – foi bastante premiado já no festival de Santa Maria. Quem ainda não assistiu, aconselho ir atrás!

O legal aqui no FICA é que, ao mesmo tempo em que há espaço para o cinema, há também uma grande discussão ecológica. Um dos destaques desta manhã era o Fórum “Cerrado, o clima e o Meio-Ambiente”, com Edson Sano e Mercedes Bustamante. Ou seja, todos os interesses são bem atendidos por aqui. À noite está acontecendo uma mostra com filmes do Cacá Diegues (um dos homenageados), e no final de semana terá uma exibição hors concours de “Chega de Saudade”, da Laís Bodanzky, além do show de encerramento ser com o Luís Melodia. Um fim de festa que promete ser movimentado!

Primeiros Dias

quarta-feira, junho 11th, 2008 |

Cena do filme \Começou no último dia 10 de junho a décima edição do FICA, Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental. Este evento acontece até o dia 15 de junho na Cidade de Goiás, no interior do Estado de Goiás, a cerca de 200 km de Goiânia e uns 300 km de Brasília. Segundo a assessoria de imprensa, “o novo formato do festival privilegia o cinema, a formação de público, a capacitação e a produção cinematográfica goiana”.

Na abertura do FICA, no Cine Teatro São Joaquim, esteve presente o Governador de Goiás, Alcides Rodrigues, entre outras personalidades. Além da exibição dos filmes “Antártida” (Brasil), de André Constantin, e “Late Sessions for Early Warnings” (Dinamarca), de Jacob Gottschau, o melhor foi a presença destes realizadores, que debateram seus trabalhos com o público. Ao todo foram selecionados 22 filmes, sendo 5 longas, 9 médias, 6 curtas e 2 séries televisivas.

Estão programadas oficinas e cursos entre as atividades paralelas do 10º FICA. Serão 13 cursos e 4 oficinas: “Som para cinema e vídeo – como otimizar , custos, tempo e qualidade”, com Patrick de Johng, “Montagem de Cinema”, com Felipe Lacerda, “Captação em som direto”, com Gabriela Cunha, e “Fotografia de Cinema”, com Alziro Barbosa.

Por outro lado, os cursos irão percorrer da crítica à internet. Inácio Araújo irá falar justamente sobre “Crítica de Cinema”, enquanto que Consuelo Lins irá abordar “O cinema documentário de Eduardo Coutinho”. “Técnicas de Guerrilha do Cinema Digital” é o tema desenvolvido por Carlos Gerbase. Outro gaúcho, João Guilherme Barone, falará sobre “Cinema e indústria audiovisual”. E, entre outras tantas, Aristides Emanuel Pereira irá discorrer sobre “Internet – Uma introdução crítica ao Cyberespaço”. Há atividades de interesses múltiplos!

O homenageado do décimo FICA é o cineasta Carlos Diegues, que chegou à Cidade de Goiás afirmando: “Festivais são importantes por promoverem a circulação dos filmes”. Uma retrospectiva de sua obra está programada como outra atividade extra.

Eu estou chegando à Cidade de Goiás neste dia 12 de junho. Ficarei até o final do evento, acompanhando todos os principais destaques desta proposta tão original. E prometo contar tudo aqui mesmo, no CineRonda. Até amanhã!

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