O Monstro que Existe em Todos Nós
Alguém poderia responder: onde vivem os monstros? Foi com essa pergunta que Maurice Sendak revolucionou a literatura infantil nos anos 60 com o livro “Where The Wild Things Are”…
Juliana Campos Chaves é estudante de Comunicação Social – habilitação jornalismo na Universidade do Vale do Rio dos Sinos/ Unisinos. Juliana é membro da linha de pesquisa “Linguagem e práticas jornalísticas” como bolsista de Iniciação Científica da professora Dra. Christa Berger. A pesquisa consta em analisar filmes realizados no Brasil sobre a Ditadura Militar. Desde 2007 produz um blog autoral sobre cinema latino-americano (http://saladecinema.wordpress.com).
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Alguém poderia responder: onde vivem os monstros? Foi com essa pergunta que Maurice Sendak revolucionou a literatura infantil nos anos 60 com o livro “Where The Wild Things Are”…
Assim como os demais filmes de Almodóvar, a metalinguagem é algo presente. O cineasta, o escritor e a atriz aparecem com toda a força em “Abraços Partidos”…
A primeira dica para novas estratégias de políticas públicas direcionada a menores, moradores de rua é bem simples: amor. Ao menos é isso que narra “O Contador de Histórias”, incrivelmente baseado numa história real…
“Manhã Transfigurada” é um filme independente que merece os olhares atentos do público, pois, a despeito de qualquer crítica negativa, deve-se admitir que é um trabalho de superação e de muita verdade…
“A Festa da Menina Morta”, primeiro filme de Matheus Nachtergaele enquanto cineasta, é realmente estarrecedor. O ator, que faz sucesso no cinema e na televisão, surpreende com o um filme reflexivo e bonito de se ver…
Curtas, médias ou longas tanto faz. Esperam-se novas histórias, novas formas de contá-las ou de não contá-las. Por isso, talvez seja necessário estar mais atento ao olhar sutil dessas produções de pouca duração, pois há muita riqueza nessas novas e pequenas experiências do cinema…
Eu poderia citar uma lista de quase 40 filmes realizados no Brasil sobre o regime militar. Um número significativo, ou talvez restrito se levarmos em conta o tempo que essa história permaneceu nas partes mais subterrâneas da memória nacional…
Os gêneros audiovisuais sofrem uma hibridização. É difícil dissociar ficção de realidade. Misturar, misturar e misturar. Não há limites. Porém, o real prevalece. Mas, será tudo verdade? Nesse caso, também estou confusa…
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